Economia | Posse

BNDES precisa mudar para responder às novas condições do país

“Estamos na antessala de um novo ciclo de investimentos em uma economia que será mais aberta, mais vibrante, com mais espaço”, disse Levy
08/01/2019

Brasília - Ao tomar posse ontem (7) na presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy afirmou que a instituição precisa continuar se transformando para responder às novas condições do país, às expectativas da nação e às promessas do governo.
O ministro da Economia Paulo Guedes, assinou termo de posse do presidente do BNDES, Joaquim Levy, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos:
“Estamos na antessala de um novo ciclo de investimentos em uma economia que será mais aberta, mais vibrante, com mais espaço para o setor privado e para os mercados de capital. O papel do BNDES é contribuir nesse ambiente desenvolvendo novas ferramentas, novas formas de trabalhar, próximos e em parceria com o mercado”, disse.
Segundo Levy, o BNDES vai combater o patrimonialismo e as distorções já verificadas. “Isso tem que mudar e continuar mudando, evitando o voluntarismo. A ferramenta para isso tem que ser a ética, a transparência, a responsabilidade e a responsabilização”, acrescentou.
Mais cedo, em sua conta no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro disse que a caixa-preta de diversos órgãos começou a ser aberta. Ele afirmou que “muitos contratos foram desfeitos e serão expostos”.
O novo dirigente do banco de fomento disse que sua gestão vai continuar ajustando o balanço da instituição. “O nosso balanço hoje depende em uma proporção talvez exagerada, certamente menos exagerada do que há quatro anos, mas ainda provavelmente exagerada, de recursos do Tesouro, e que tem que ser adequado para que se tenha adequado retorno do capital que é de cada um da população”.
Levy tomou posse no Palácio do Planalto, em cerimônia da qual participaram o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Na mesma cerimônia, tomaram posse os novos presidentes do Banco do Brasil, Rubem Novaes; e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

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