Estado Maior | COLUNA

Bastou uma chuva…

01/12/2018

A chuva forte que caiu sobre a Ilha de São Luís na madrugada de sexta-feira deixou rastros de destruição e transtornos em vários pontos da capital, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar.
A exemplo do que a população já tem testemunhado em anos anteriores, trata-se de uma prova inequívoca de que os serviços públicos oferecidos não conseguem resolver os problemas que se repetem ano após ano em toda a Ilha.
Alagamentos, danificação de asfalto, bueiros abertos e entupidos, deslizamentos de terra em áreas de risco, acúmulo de lixo em vias públicas, trânsito bloqueado em algumas das principais vias dos quatro municípios e a impossibilidade de o cidadão deixar o seu imóvel para seguir uma rotina normal de trabalho e/ou estudo, são alguns dos problemas mais comuns registrados.
No Parque Vitória, por exemplo, onde o governador Flávio Dino (PCdoB) entregou no dia 11 de junho do ano passado a obra de urbanização do bairro, com gastos de mais de R$ 3 milhões com a drenagem profunda, construção de sarjeta, meio-fio e recuperação asfáltica da principal via de acesso à comunidade, houve alagamento e muito transtorno com a chuva de sexta-feira. Alguns trechos ficaram intrafegáveis.
E o curioso é que o fim dos alagamentos no local havia sido uma das propostas da obra com a construção de sarjetas e bueiros.
Na região do Beira-Rio, em Paço do Lumiar, na Estrada de Ribamar, na principal via da Cidade Operária, no Aaraçagi, na Raposa, no Cohatrac e na região do Coroadinho, também houve alagamento.
Pelo menos um carro ficou submerso na água, na área da Maioba.
Em São José de Ribamar o asfalto cedeu e um ônibus ficou preso num buraco.
Muitos problemas, para uma única chuva forte. E vem mais aguaceiro por aí.

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