Economia

Petroleira Ouro Preto revê perfuração na Bacia do Parnaíba

Decisão foi tomada depois que o primeiro poço resultou seco e o segundo apresentou pequenos indícios de gás que não viabilizam economicamente
26/10/2018

A Ouro Preto suspendeu sua campanha de perfuração na Bacia do Parnaíba e vai avaliar os da­dos obtidos com os dois primeiros poços exploratórios perfurados na região pela sonda QG-2, da Queiroz Galvão Óleo & Gás. A estratégia foi tomada depois que o primeiro poço resultou seco e o se­gundo apresentou pequenos indícios de gás que não viabilizam economicamente a instalação de um projeto térmico do porte que vinha sendo estimado pela petroleira brasileira.
Com o resultado do segundo poço, a Ouro Preto optou por não perfurar o terceiro poço da campanha que seria feito na área do bloco PN-T-165, localizado no Piauí, e suspendeu o contrato de afretamento da sonda da QG-2. O poço de estreia da petroleira brasileira foi perfurado em agosto, no bloco PN-T-137, e concluído no início de setembro, resultando seco. O segundo foi no bloco PN-T-114, no Maranhão, tendo sido iniciado na primeira semana de outubro.
A Ouro Preto executou um teste de formação no segundo poço. O resultado, segundo uma fonte, foi positivo, mas ficou abaixo do esperado, indicando a presença de um gás rico, mas com volume pequeno.
O poço que resultou seco foi perfurado em uma estrutura geológica semelhante à pesquisada pela Parnaíba Gás Natural (PGN). A segunda perfuração foi realizada no município de Formosa da Serra Negra e atingiu a profundidade final de 2,5 mil m.

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