Polícia | Ataques

Criminosos atacam mais um banco em Timon e trocam tiros com polícia

Segundo o Sindicato dos Bancários, 15 bancos já foram atacados no Maranhão; é a segunda vez em menos de dois anos que essa agência da Caixa Econômica é alvo da ação de quadrilheiros
12/10/2018

SÃO LUÍS - A Caixa Econômica Federal da cidade de Timon mais uma vez foi alvo de ataque criminoso. Segundo a polícia, bandidos explodiram essa agência bancária durante a madrugada de ontem (11), como ainda trocaram tiros com militares e espalharam “miguelitos” pelas ruas para dificultar o trabalho dos policiais. O valor roubado não foi divulgado pela polícia e dados do Sindicato dos Bancários revelam que 15 bancos já foram atacados por bandidos durante este ano no estado.
Durante o período da manhã de ontem, era possível observar o rastro de violência deixado pelos criminosos. Na porta do banco, havia estilhaços de vidro. O teto despencou durante a explosão. O piso estava coberto de pedaços de gesso e vidro. Na parede da frente, havia marcas de tiros. Um dos caixas eletrônicos estava danificado. Vários “miguelitos” ainda estavam espalhados pelas ruas que acabaram danificando pneus de alguns veículos.
O tenente-coronel Schineyder, comandante do 11º Batalhão da Polícia Militar, declarou que os criminosos chegaram na cidade no decorrer da madrugada. Uma parte desse bando ficou com a missão de espalhar “miguelitos” pelas ruas, enquanto os outros bandidos se deslocaram até a Caixa Econômica Federal.
Ainda de acordo com Schineyder, os criminosos conseguiram explodir apenas um dos 12 caixas eletrônicos desse banco e foram abordados pelos militares antes de fugirem da cidade. Houve troca de tiros entre bandidos e policiais, mas não houve registro de feridos. Os bandidos fugiram em um veículo Siena em direção a Teresina, no estado do Piauí. “Os bandidos conseguiram fugir do cerco policial, mas as buscas continuam sendo realizadas em toda a localidade”, disse o tenente-coronel.
Também ontem, o banco foi periciado pelos peritos do Instituto de Criminalística (Icrim) e as imagens do circuito das câmeras de vídeo desse local vão ser analisadas. O caso vai ser investigado pela Polícia Federal.

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