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Véspera do Dia das Crianças com observação de planetas em São Luís

Laboratório Ilha da Ciência, promoveu a atividade na noite desta quinta-feira, na praça da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida da Foz do Rio Anil, no Cohafuma; evento atraiu grande multidão
Thiago Bastos / O Estado 12/10/2018 às 00h08
Véspera do Dia das Crianças com observação de planetas em São Luísprofessor Antônio Oliveira, coordenador do Ilha da Ciência, auxilia criança durante observação (Itlha ciência telescopio)

A noite da véspera do Dia das Crianças em São Luís, nesta quinta-feira (11), foi para o público mirim e amante da astronomia. O Laboratório Ilha da Ciência, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), montou um ponto de observação de planetas e outros astros na praça da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida da Foz do Rio Anil, no Cohafuma. Crianças de todas as idades puderam, a partir de um telescópio, ver planetas como Vênus, Júpiter e Saturno e ainda a Lua que, a partir do céu sem nuvens, apresentou as condições ideais de observação.

Antes da montagem do aparelho responsável pela observação dos planetas, o coordenador do Ilha da Ciência, professor Antônio Oliveira, ressaltou a importância da valorização dos conceitos de física e astrofísica para o público que, em geral, compreende a ciência como algo inatingível.

“É importante, sempre que tivermos oportunidade, aproximar a ciência do grande público e explicar o funcionamento e a disposição do sistema solar para quem não tem, na prática, como estar diante de um telescópio como este, por exemplo”, disse.

Às 18h em ponto, o aparelho foi ligado e crianças puderam ter a primeira experiência de ver os planetas. “Eu achei bem legal, nunca tinha olhado os planetas assim”, disse Caio Emanoel, de 5 anos.

Outro jovem que visualizou os planetas pela primeira vez foi Francisco Pedro, de 7 anos. “A professora já falou para mim, mas agora eu vou poder dizer pra ela que vi os planetas”, confidenciou.

Sobre a reação dos alunos à observação dos planetas, o professor Antônio Oliveira destacou o fato de que, desde cedo, é fundamental que crianças e adolescentes tenham contato com conteúdo científico. “Nos primeiros anos de vida, já é possível identificar se aquele jovem será um grande pesquisador ou não da área científica, dependendo da apresentação de afinidades com o tema”, afirmou.

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