Estado Maior | COLUNA

Desagregador

02/08/2018

O senador Roberto Rocha (PSDB), pré-candidato ao governo do Maranhão, mostrou com fatos, em entrevista à Rádio Mirante FM, que o comunista faz o contrário do que a política pede, que é agregar aliados. Rocha se considera mais um dos políticos traídos por Flávio Dino (PCdoB)
Em entrevista ao programa “Jornal da Mira”, o candidato do PSDB pontuou como funciona o comportamento político do governador Flávio Dino. Segundo o senador, o Maranhão nunca teve um governador e, por isso, apresenta números pouco expressivos. Para Rocha, desde 2014, mesmo depois de eleito, o comunista continuou candidato e passou todos os anos de seu mandato de governador nessa condição.
E nessa condição de eterno candidato é que Flávio Dino decidiu afastar e trair aliados que estavam ao seu lado. O tucano falou de Zé Reinaldo Tavares e de Waldir Maranhão. Sobre Tavares, o senador o classificou como o pai político de Flávio Dino, o tirando do nada e o transformando em deputado federal, em 2006. Mesmo sendo criado por Zé Reinaldo, o comunista não teve o menor pudor em desconsiderar quem o ajudou a entrar na vida pública.
Outro traído foi Waldir Maranhão, que, segundo Rocha, virou piada após defender a tese jurídica de Dino no caso do impeachment de Dilma Rousseff.
Mas antes desses dois, o traído foi o próprio Roberto Rocha. Segundo ele, Dino se afastou e o tratou como inimigo político pelo simples fato de vê-lo (isso ainda em 2015) como adversário em 2018.
Sobre a posição de desagregador de Dino, Rocha alfinetou e disse que para homem público, Dino precisa de outro “ingrediente”.
“Para ser homem público, antes de tudo precisa ser homem”, comentou o tucano sobre a posição de traidor de Flávio Dino.
É mais um traído mostrando a face que o governador do Maranhão tem nos bastidores da política.

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