Estado Maior

Em busca de palanque

19/06/2018

Em baixa nas pesquisas de intenção de votos, o candidato do PSDB a presidente da República, Geraldo Alckmin (SP), já cobrou do seu partido que monte palanques fortes nos estados - inclusive apoiando outras candidaturas - para viabilizar seu projeto nacional. O objetivo é fortalecê-lo e garantir um crescimento a ponto de ir para o segundo turno das eleições presidenciais.
Mas a candidatura de Alckmin carece de carisma e de apelo popular. Tanto que os principais veículos de comunicação do país dizem que o PSDB tem contratado claques para recebê-lo nos aeroportos, por falta de recepção espontânea na militância.
Esta falta de carisma e de desempenho nas pesquisas atinge também a candidatura estadual tucana. O senador Roberto Rocha apresenta índices sempre na casa de 1 dígito, considerado baixíssimo para um candidato com a estrutura partidária que ele representa. Pior: seus índices ficam atrás dos de outros dois candidatos - Roseana Sarney (MDB) e Eduardo Braide (PMN).
A longínqua quarta colocação de Rocha é ameaçada agora pela ex-prefeita Maura Jorge (PSL), que mostrou potencial de crescimento semana passada, com a vinda do presidenciável Jair Bolsonaro a São Luís.
Há tempos Alckmin tem tentado polarizar com Bolsonaro na tentativa de subir nas pesquisas. Seu candidato no Maranhão, ao contrário, articula uma aproximação de chapas com a candidata do adversário de Alckmin. E o tempo é curto para recuperações.

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