Polícia | Estupro

Estudante maranhense é vítima de estupro no Rio

Autor do crime seria um ex-pastor que a vítima conheceu por meio de um site de relacionamento; o acusado já está preso
Ismael Araújo23/05/2018
Estudante maranhense é vítima de estupro no RioMauro de Oliveira Siqueira preso por estupro de maranhense (Divulgação)

SÃO LUÍS - Uma estudante maranhense, nome não revelado, de 23 anos, segundo a polícia, foi violentada sexualmente e mantida em cárcere privado durante seis dias em uma casa, na comunidade da Reta Velha, em Itaboarí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, por um ex-pastor, identificado como Mauro de Oliveira Siqueira, de 50 anos, que está preso. Ela ainda ontem estava em residência de parentes no Rio de Janeiro, mas ainda esta semana deve voltar para o Maranhão.

O caso está sendo investigado pela 71º Distrito Policial, sob a coordenação do delegado Vilson de Almeida Silva. Ele informou que a vítima e o acusado se conheceram por meio de um site de relacionamento. A maranhense, no último dia 14, viajou à capital carioca. O acusado, inclusive, chegou a pagar a viagem da vítima e foi buscá-la no aeroporto Tom Jobim.

A maranhense foi levada para a casa do acusado, em Itaboraí, mas passou a ser violentada após negar fazer sexo com o acusado. Ele ainda impediu a vítima a sair de casa e a trancou no local. “Eles apenas conversaram pela internet. O acusado pagou as despesas da viagem para conhecer pessoalmente a vítima”, declarou o delegado.

Ainda de acordo com as informações do delegado, no sábado, 19, a maranhense aproveitou que Mauro Siqueira estava dormindo e fugiu e conseguiu ligar para uma prima, que reside em São Paulo. Essa pessoa informou o caso a um parente, morador na Zona Norte do Rio de Janeiro, que acionou a polícia carioca.

Os policiais começaram a investigar e ao perceberem a presença as polícia e temerosos de uma invasão na comunidade, traficantes de drogas exigiram que o acusado se entregasse e liberasse a vítima. O delegado disse ainda que Mauro Siqueira foi preso em flagrante pelos crimes de estupro e cárcere privado. Enquanto, a maranhense foi ouvida na delegacia e entregue aos familiares, que moram no Rio de Janeiro.

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