Estado Maior

Só no comunismo

14/04/2018

A história mostra ao mundo que o comunismo sempre esteve, de uma forma ou de outra, relacionado com atrocidades que marcaram a humanidade. São fatos incontestáveis de brutalidades e covardias dignas de um sistema que tem por base o totalitarismo de seus líderes.
A morte do médico Mariano de Castro, operador de um esquema que desviou R$ 18 milhões do setor de Saúde no governo comunista do Maranhão, é mais uma mancha nessa ideologia. Mariano teria se enforcado – pelo menos é o que diz a primeira versão do caso – após ter sido revelada na imprensa uma carta que cita nominalmente o governador Flávio Dino (PCdoB) e alguns de seus principais auxiliares como responsáveis diretos pelo esquema de corrupção na saúde.
Com autoria atribuída ao médico, mas ainda não comprovada, a carta diz textualmente que o suposto autor “não assumirá a culpa sozinho”. A íntegra do texto, manuscrito, começou a ser divulgada no início desta semana. Quatro dias depois, vem a notícia do enforcamento do médico.
É um caso grave, porque envolve figurões diretamente ligados ao establishment comunista no Maranhão. E eles podem até tentar eximir-se das responsabilidades apontadas na carta supostamente redigida por Mariano. Mas não têm como negar que ele pode ter morrido por causa dela.

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