Estado Maior

Rol de desafetos

27/02/2018

A traição do governador Flávio Dino (PCdoB) ao ex-governador José Reinaldo Tavares (sem partido) foi só mais um golpe na rede de aliados que se envolveu com ele, desde 2006, para levá-lo à vida pública. De lá para cá, grande parte dos líderes foi esvaziada pelo próprio Dino, que tenta, ao lado do seu lugar-tenente Márcio Jerry, construir um núcleo próprio de poder que não inclui nenhum desses aliados.
Na lista de desafetos construída por Flávio Dino, estão o senador Roberto Rocha e o ex-prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira (ambos do PSDB), a ex-prefeita Maura Jorge (Podemos), os deputados estaduais Eduardo Braide (PMN) e Wellington do Curso (PP), o ex-prefeito de Barreirinhas, Leo Costa (PSDB), além de prefeitos como Luciano Genésio (Avante), de Pinheiro, e Hilton Gonçalo (PCdoB), de Santa Rita.
No seio do governo, há ainda uma série de insatisfeitos, que não têm a coragem ou a condição de independência necessárias para romper, mas que seguem com o comunista ressentidos com sua postura de hegemonia do PCdoB e de Márcio Jerry. Neste grupo, estão os deputados federais Eliziane Gama (PPS) e Waldir Maranhão (Avante), o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB), e uma infinidade de deputados estaduais frustrados com a política de exclusão do governador.
É com toda essa turma que Flávio Dino seguirá para a disputa eleitoral de outubro. O que pode cobrar um alto preço eleitoral.

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