Cidades | Transtornos

Cratera divide Av.Tancredo Neves impedindo tráfego

Motoristas e pedestres ficam impossibilitados de passar na via e moradores não podem sair de casa, por causa do enorme buraco no local
Natália Reis / O Estado25/02/2018 às 15h22

Trafegar pela Avenida Tancredo Neves, no bairro Santa Efigênia, se tornou um desafio. Os buracos e a lama existentes no local têm impossibilitado a saída dos carros das garagens, obrigando os moradores a saírem a pé, visto que até os ônibus que trafegavam na via pararam recentemente de fazer esse itinerário, por causa do risco de atolamento.

A situação tem sido cada vez mais difícil, principalmente para quem precisa do transporte público. Há alguns meses os coletivos pararam de passar pela via. Com isso, os moradores precisam andar cerca de 40 minutos até chegar a parada de ônibus mais próxima.

“Vários carros já ficaram quebrados aqui. Esta semana mesmo, três carros de grande porte quebraram e precisaram de guincho para tirar de dentro dessa buraqueira”, contou o comerciante Nilson Sousa Lopes.

A cratera que se abriu na Avenida Tancredo Neves tem afastado cada vez mais o movimento na via, e quem possui empreendimentos se sente encurralado, por não saber mais o que fazer com a queda no número de clientes, que não compram mais nos estabelecimentos por causa da dificuldade de acesso.

Para identificar os locais mais precários na rua, os moradores resolveram demarcá-los com pedaços de madeira velha e sacolas plásticas. E para diminuir os buracos, os comerciantes cortaram galhos de árvores e colocaram naqueles mais profundos, utilizando também resto de entulho de obras.

Segundo moradores diversas reivindicações já foram feitas, porém, nada foi feito. Os moradores relataram que as Prefeituras de São Luís e São José de Ribamar já foram solicitadas para atendimento, mas sem sucesso, pois os órgãos não resolvem o impasse sobre a responsabilidade pelo local. “Temos essa situação como uma bola de pingue-pongue, porque um fica jogando a responsabilidade para cima do outro e quem sofre somos nós diante dessa situação” destacou o comerciante Nilson Sousa Lopes.

As prefeituras foram contatadas, mas não responderam até o fechamento desta edição.

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