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Cidades | De "bico" a fonte de renda

De greves a estádios: sorveteiros de caixote sobrevivem ao tempo

Atores do cenário urbano da histórica São Luís, eles oferecem o tradicional sorvete de coco e ganham a vida por décadas, mantendo uma tradição quase secular; quem anda pelas ruas do Centro, principalmente, pode apreciar
Thiago Bastos / O Estado10/02/2018

“Olha o sorveteeeeeeeeeeeeee, sorvete de coco!!! Olha aqui o sorveteeeeeeeee... Tem pra todo gosto...”. Pessoas com pelo menos quatro, cinco, seis, sete décadas de vida devem ter ouvido, ao menos uma vez, por alguma rua ou alameda de São Luís, um grito semelhante a este. Tradicionalmente são (ou foram) bradados por um tipo peculiar de pregoeiro: o sorveteiro de caixote, cujas histórias passam por estádios de futebol, prostíbulos e locais de greves.

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