Estado Maior

Flávio Dino coronel

04/01/2018

O governador Flávio Dino (PCdoB) - histriônico, como sempre - saiu a estrebuchar contra o recuo do presidente Michel Temer (MDB) na nomeação do deputado federal Pedro Fernandes (PTB) para o Ministério do Trabalho. E, como sempre, tentou culpar o ex-presidente José Sarney pelo veto a Fernandes. Aliás, negado pelo ex-presidente, em entrevista ao jornalista Gerson Camarotti.
Para começo de conversa, Fernandes foi vetado por ação dele próprio, que, logo após a nomeação, fez questão de ir ao Palácio dos Leões fazer foto ao lado de Flávio Dino, que vê o governo Temer como golpista.
Poderia ser natural a jogada política do comunista, não fosse, ele sim, um verdadeiro perseguidor de políticos. O governador tem usado o poder para controlar, do Palácio dos Leões, as gestões dos prefeitos Edivaldo Júnior (PDT), em São Luís; Luiz Fernando Silva (PSDB), em Ribamar; Domingos Dutra (PCdoB), em Paço do Lumiar, e Talita Laci (PCdoB), em Raposa.
Foi Dino, por exemplo, quem derrubou a médica Helena Duailibe da Secretaria Municipal de Saúde - pelo simples fato de ela buscar uma parceria com aliados do ex-secretário Ricardo Murad. É Dino quem controla a comunicação da gestão Edivaldo, para onde só vai gente absolutamente alinhada ao projeto de poder do PCdoB. Essa particularidade na comunicação do prefeito já levou, inclusive, a diversas reclamações do deputado Edivaldo Holanda (PTC). O pai do prefeito reclama que a cobertura da gestão do filho tem viés literal para favorecer apenas o comunista que ora ocupa o Palácio dos Leões.
De vetos, perseguições, autoritarismo, portanto, Flávio Dino entende perfeitamente. Talvez até por isso tenha reclamado tanto do caso Fernandes.

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