Política | Protesto

Vereadores irão solicitar fiscalização de Uber em São Luís

Após protesto de taxistas, parlamentares receberam representantes da categoria que reclamavam da falta de fiscalização de Uber, já que existe uma lei que proíbe o serviço na capital maranhense
Carla Lima/Subeditora de Política21/08/2017 às 13h26
Vereadores irão solicitar fiscalização de Uber em São LuísPresidente da Câmara, Astro de Ogum, recebeu os taxistas na manhã desta segunda-feira, 21 (Divulgação)

Diante do protesto de taxistas em São Luís, na manhã desta segunda-feira, 21, os vereadores de São Luís se reuniram para debater a questão do serviço do Uber na capital. Os trabalhadores de táxi pediram aos parlamentares que cobrem do Poder Executivo a fiscalização em carros que estão prestando o serviço do Uber.

O presidente da Câmara Municipal, Astro de Ogum (PR), disse que a mesa diretora da Casa irá encaminhar um ofício à Secretaria Municipal de Trânsito de Transportes (SMTT) pedindo que haja fiscalização já que existe uma lei promulgada pelo Legislativo Municipal que proíbe o Uber em São Luís.

Na reunião entre os taxistas e os vereadores ficou acertado ainda que na próxima qunta-feira, 24, ocorrerá uma nova rodada de reunião para discutir um amplo projeto sobre o funcionamento do transporte particular de passageiros no município.

Antes do protesto dos taxistas, os vereadores de São Luís vinham se reunindo com representantes do Ministério Público Estadual (MP) e com membros do sindicato dos taxistas.

Os encontros serviram para acertar pontos que devem ser colocados no projeto de lei do vereador Paulo Victor (Pros), que regulamenta o serviço do Uber em São Luís. Entre as emendas que serão apresentadas na proposição está a que delimita em 600 carros para prestarem o serviço de Uber.

“Vamos adotando as decisões que podemos, sempre agindo dentro do que disciplina o bom senso e a legislação”, afirmou Ogum.

Participaram da reunião os vereadores Beto Castro (PROS), Bárbara Soeiro (PSC), Cézar Bombeiro (PSD), Edson Gaguinho (PHS), Genival Alves (PRTB) e Honorato Fernandes (PT), além do presidente do Sindicato dos Taxistas, Renato Medeiros, e representantes do Ligue Taxi e Comissão Fora Uber.

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