Economia | Custo

Cesta básica comprometeu 42,64% do salário mínimo

Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os produtos da cesta básica custaram R$ 367,59 no mês de julho ao trabalhador ludovicence, aumento de 0,57% em relação a junho
05/08/2017

O trabalhador residente em São Luís precisou comprometer 42,64% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários) para adquirir os produtos da cesta básica no mês de julho, de acordo com pesquisa nacional divulgada na sexta-feira, 4, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em junho, o percentual exigido foi de 42,40%.
Esse mesmo trabalhador necessitou, para adquirir os produtos da cesta básica, cumprir jornada de trabalho, em julho, de 86 horas e 19 minutos, tempo maior que em junho, que foi de 85 horas e 49 minutos. Em julho de 2016, a jornada ficou em 96 horas e 10 minutos.
Segundo o Dieese, em julho, a cesta básica em São Luís custou R$ 367,59, aumento de 0,57% em relação a junho. Foi o nono menor valor entre as 27 capitais pesquisadas pela entidade. Em 12 meses, a variação foi de -4,43% e, nos sete meses deste ano, de 3,24%.
Entre junho e julho, somente o tomate (14,56%) e a manteiga (5,17%) tiveram altas de preços que mais que compensaram a redução dos demais produtos: feijão carioquinha (-7,91%), farinha de mandioca (-5,16%), leite integral (-3,28%), açúcar refinado
(-2,29%), arroz agulhinha
(-2,18%), carne bovina de primeira (-1,93%), café em pó
(-1,44%), banana (-0,95%) e óleo de soja (-0,81%). Já o pão francês não apresentou variação.
Em 12 meses, sete produtos tiveram taxa acumulada negativa: feijão carioquinha (-50,39%), leite integral (-20,98%), açúcar refinado (-8,84%), óleo de soja
(-3,42%), banana (- 2,76%), carne bovina de primeira (-2,73%) e arroz agulhinha (-1,32%).
Outros cinco produtos, informa o Dieese, acumularam alta: manteiga (25,61%), tomate (20,60%), farinha de mandioca (15,29%), café em pó (10,77%) e pão francês (5,82%).

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