Opinião | Artigo

A qualidade dos nossos professores

06/04/2017

Assustadoramente, os cursos de licenciatura que forma a massa de professores para atuar na educação básica e tecnológica tiveram os piores resultados desde o início da avaliação (ENADE) quando ainda recebia o nome de Provão do MEC no final dos anos 90. Preocupante, pois além dos cursos estarem fracos e com altíssima evasão, os cursos de licenciaturas estão se esvaziando no tempo e no espaço em relação aos cursos de bacharelados e tecnológicos. Com a proliferação dos cursos EAD em todas as regiões do Brasil, mesmo as mais distantes dos grandes centros urbanos, aqueles que ingressam para obter o tão sonhado “canudo” de nível superior, preferencialmente optarão por cursos que não sejam ligados ao universo acadêmicos das licenciaturas. Nos cursos gratuitos das instituições públicas de ensino superior, a demanda é baixa bem como as notas de corte do Exame Nacional do Ensino Médio e dos vestibulares tradicionais, pois algumas instituições federais e estaduais adotam ainda o vestibular tradicional e qualidade dos alunos que serão os futuros professores também aquém do esperado.

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