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Laudos de balneabilidade das praias da Ilha são discrepantes

Em apenas uma semana, os trechos impróprios na Grande São Luís caíram de sete para um, segundo relatório divulgado pelo Governo do Estado
03/03/2017 às 09h36
Laudos de balneabilidade das praias da Ilha são discrepantesTrecho da orla está impróprio (Flora Dolores / O ESTADO)

SÃO LUÍS - Os laudos de balneabilidade das praias de São Luís e São José de Ribamar estão cada vez mais discrepantes. Com apenas uma semana de diferença, os pontos impróprios na orla marítima caiu de sete para um. A análise é feita semanalmente pelo Laboratório de Análises Ambientais (LAA) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema).

Desde dezembro O Estado mostra que os laudos que têm si­do divulgados têm confundido mais do que informado. No último, por exemplo, dos pontos monitorados, apenas o localizado na foz do Rio Calhau, na Praia de São Marcos, apresentou índices que não atendem a Resolução do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Conama) nº 274/00.

No relatório anterior, divulgado no dia 24 de fevereiro, apontava que sete dos 21 pontos analisados estavam impróprios: Praia da Ponta D’ areia, ao lado do Forte Santo Antonio; Praia da Ponta D’ areia, em frente ao Edifício Herbene Regadas; Praia da Ponta D’ areia, em frente ao Hotel Brisa Mar; Praia de São Marcos, em frente aos Bares do Chef e Marlene’s; Praia de São Marcos, Foz do Rio Calhau; Praia do Olho d’Água, na Elevatória Pimenta I e Praia do Meio, em frente ao Bar da Praia

As águas das praias serão consideradas próprias quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, e colhidas no mesmo local, houver no máximo 100 Enterococos/100 mL (NMP - Número Mais Provável). Os trechos são consideradas impróprios quando não atenderem aos critérios anteriores, ou quando o valor obtido na última amostragem for superior a 400 Enterococos/100 mL (NMP).

Ação Civil Pública

A Sema passou a divulgar os laudos com as condições de balneabilidade das praias após Ação Civil Pública (ACP) proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) do Maranhão obrigando a secretaria a difundir amplamente as condições de banho nas praias de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar, incluindo a fixação de placas em trechos impróprios para banho.

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