Coluna do Sarney

O ódio e a perseguição

05/11/2016

Nada mais ignóbil na pessoa humana do que o ódio. Ele está na gênese de todos os crimes que destroem a convivência humana. Se tivéssemos que fazer uma fórmula química para construí-lo, a primeira substância a colocar como básica seria a inveja. Depois colocaríamos a raiva, a deformidade de caráter, a tendência à violência, e a ausência de qualquer sentimento em relação a valores. O ódio embrutece, corrompe, deforma, e cresce suas raízes transformando as pessoas e as envolvendo contra a maneira de pensar, como o baobá do famoso livre de Exupéry, O Pequeno Príncipe. Quem é escravo do ódio jamais saberá o que é o amor, a bondade, a felicidade. Será sempre amargo e seu desejo é destruir as pessoas, julgá-las todas como inimigos e destinadas a serem jogadas no Inferno. Sua alegria é fazer o mal e ver as pessoas sofrer.

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