Cidades | Manifestações

Atos contra PEC devem ocorrer nesta segunda-feira, em São Luís

Pelo menos três manifestações estão marcadas na capital; protestos ocorrem na UFMA, no IFMA Campus Centro Histórico e no TRE-MA
23/10/2016 às 18h54
Atos contra PEC devem ocorrer nesta segunda-feira, em São LuísPrimeiro ato do dia será na UFMA (Biné Morais / O ESTADO)

SÃO LUÍS - Devem ocorrer nesta segunda-feira (24) mobilizações por todo o país contra a Proposta de Emenda Constitucional 241, que limita o investimento público em todas as áreas do governo. Em São Luís, manifestações estão marcadas na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), no Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Centro Histórico e na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA).

Logo pela manhã, um conjunto de sete entidades sindicais mobiliza a população para o Ato “PEC 241 Não”, marcado para as 7h em frente à entrada do Campus do Bacanga, na UFMA. Entre os organizadores, estão os sindicatos dos professores (Apruma), dos servidores públicos federais (Sindsep ), entre outros. A proposta é realizar atos ao longo do dia, iniciando logo antes do início do expediente na universidade.

Em seguida, os estudantes que ocupam as instalações do IFMA Campus do Centro Histórico de São Luís, fazem chamado para que todos estejam na ocupação, nas dependências do campus, às 8h, para um ato de apoio ao movimento e contra a PEC 241 e a reforma do Ensino Médio.

No início da tarde, é a vez de os servidores do Judiciário Federal e do Ministério Público da União (MPU) se reunirem em ato que acontece em frente ao TRE-MA, no bairro da Areinha, a partir das 13h. Eles apontam que além da PEC prejudicar o investimento essencial nas áreas sociais, afetará também o funcionamento da Justiça e do Ministério Público Federal.

Ocupações

Em todo o país, já há mais de mil escolas, universidades e institutos federais ocupados. Nas ocupações, os estudantes assumem a escola, e são promovidas aulas públicas sobre temas de interesse social, como as discussões sobre as propostas do governo, além de programações culturais, muitas delas com a participação de artistas apoiadores dos movimentos.

Além das ocupações estudantis, os sindicatos e centrais sindicais se mobilizam para, em novembro, organizar uma greve geral que paralise a maior parte das atividades possível contra a PEC, a reforma trabalhista, a reforma previdenciária, e o que consideram retrocessos na educação e nos direitos sociais da população.

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