Pergentino Holanda

05/12/2015

Para salvar a pele
Já se sabia que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) barganhava a salvação da própria pele com a possibilidade de abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
O PSDB passava-lhe a mão na cabeça na esperança de ver o processo andar, o governo acenava com apoio para não andar.
O tucanato abandonou o barco porque não podia garantir a 'entrega da mercadoria'. Ou seja, a impunidade de Cunha. O governo até tentou dar tal garantia e se estrepou.
O PT, que já está com a moral na UTI, entendeu que apaniguar Cunha, contra o clamor nacional, seria letal. Chutou o balde e decidiu votar pelo prosseguimento do processo de cassação dele no Conselho de Ética.

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