Entrevista

Sobre a arte única de juntar palavras e contar histórias

A escritora pernambucana Micheliny Verunschk fará palestra em São Luís, abordando os olhares femininos na nova literatura brasileira
Andréa Oliveira/Especial para o Alternativo07/10/2015

Lembro bem da impressão que tive ao ler “Geografia íntima do deserto”, o livro de estreia de Micheliny Verunschk, em 2003. A cada poema eu me enchia de alegria por ver/ler pela primeira vez uma poesia livre de gênero. Não eram poemas de ou para meninas, mas poesia. E da boa. Felizmente não somente eu tive as melhores impressões daqueles poemas e logo soube que ela estava entre os finalistas do Prêmio Portugal Telecom. Dali em diante começou a ser mais conhecida e lida pelo Brasil e afora. Historiadora e poeta, nasceu em Recife e foi criada em Arcoverde, cidade de sotaque único e afetos raros. Foi em sua primeira estada em São Paulo que nos encontramos, ali naquele cruzamento em que se misturam os amigos, os artistas e suas crias. E por um bom tempo estivemos juntas em encontros literários e aniversários dos filhos. Falei em primeira porque Micheliny voltou pelo menos duas vezes para Pernambuco depois de se fixar (?) novamente em São Paulo. Ainda não li sua estreia em prosa, “Nossa Teresa”, mas não perco nenhum de seus poemas atirados nas redes digitais. Ela é também blogueira e bruxa nas horas vagas. Micheliny Verunschk participa da 9ª Feira do Livro de São Luís e tem encontro marcado no Café Literário, hoje, às 18h30, ao lado da poeta maranhense Jorgeana Braga e da escritora fluminense Simone Campos, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho. O papo será sobre o tema Nova literatura brasileira – olhares femininos. Na entrevista a seguir ela fala sobre alguns aspectos da geografia de sua obra, as cidades em sua vida e a experiência em prosa.

Para continuar aproveitando o conteúdo de O Estado faça seu login ou assine.

Já sou assinante

entrar

Ainda não sou assinante

assine agora

Leia mais notícias em OEstadoMA.com e siga nossas páginas no Facebook, no Twitter e no Instagram. Envie informações à Redação do Jornal de O Estado por WhatsApp pelo telefone (98) 99209 2564.

© 2019 - Todos os direitos reservados.
Tamanho da
Fonte