Crônica

Com cheiro de tanja nas mãos

Ivan Sarney16/08/2015

Para mim, o mês de julho tem dois sinais muito nítidos, que anunciam o término das chuvas. O primeiro deles é o vento, o vento fresco e farto, que anda a soprar pela cidade inteira, trazendo o cheiro da maresia, misturando-se com a luminosidade do sol. Um sol claro, límpido, ardente, que doura a beleza da pele, que enche de biquínis as praias, enfeitando-as com corpos seminus; que nos faz mais propensos ao amor, ao delírio e ao prazer.

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