Estado Islâmico

EI criou mercado de meninas escravas sexuais, diz jornal

''New York Times'' traz relatos de vítimas do comércio de prisioneiras; grupo terrorista reverencia e justifica prática com princípios religiosos
14/08/2015

Nova York - O estupro sistemático de mulheres e meninas da minoria religiosa Yazidi se tornou uma instituição e uma rotina na organização terrorista Estado Islâmico (EI), e uma complexa infraestrutura foi criada para comercializar essas prisioneiras como escravas sexuais e justificar a prática com preceitos religiosos.

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