Crônica

A chuva e o silêncio da madrugada

Ivan Sarney31/05/2015

Desde menino, aprendi a amar o barulho das chuvas. Os primeiros sons das chuvas, os que ficaram gravados em mim, não me chegaram puros. Vieram misturados com os sons dos trovões, das trovoadas que costumavam acompanhá-las, anunciar as águas torrenciais que desabavam sobre a cidade, no período do inverno. Éramos crianças e a cidade, para nós, tinha os limites da Rua de Santaninha, onde morávamos, e da Praça Deodoro, onde um mundo lúdico nos espreitava e conduzia, para o encontro dos amigos e de outras descobertas.

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