Saúde

Dor na região lombar? Pode ser degeneração do disco intervertebral

Causas podem ser genéticas ou relacionadas a maus hábitos.

Publipost/Hapvida

- Atualizada em 16/11/2022 às 17h45
Feitos de cartilagem, os discos intervertebrais funcionam como amortecedores naturais da coluna. (Foto: Reprodução)
Feitos de cartilagem, os discos intervertebrais funcionam como amortecedores naturais da coluna. (Foto: Reprodução)

SÃO LUÍS - Você já teve a sensação de que a coluna vertebral está “travada”? Dores na lombar, nos quadris e nas nádegas afetam a rotina de muitos brasileiros. Esse quadro clínico tem nome: é possível que você esteja sofrendo de degeneração do disco intervertebral.

Feitos de cartilagem, os discos intervertebrais funcionam como amortecedores naturais da coluna. Com o desgaste natural da idade, parte do líquido que fica armazenado no interior desses discos pode se perder, conforme explica o neurocirurgião do Grupo Hapvida NotreDame Intermédica, Eustáquio Campos. “Logo, a função de amortecimento é comprometida, e isso gera transtornos”, afirma. 

Neurocirurgião do Grupo Hapvida NotreDame Intermédica, Eustáquio Campos.(Foto: Divulgação)
Neurocirurgião do Grupo Hapvida NotreDame Intermédica, Eustáquio Campos.(Foto: Divulgação)

Causas

Segundo Campos, a predisposição genética é uma das principais causadoras do problema, mas os hábitos de vida também exercem papel importante para a degeneração do disco intervertebral. Sobrepeso, má postura, tabagismo e o hábito de carregar grandes cargas de peso são alguns dos fatores de alerta apontados pelo profissional.

Os sintomas podem variar de acordo com o caso e o grau de degeneração dos discos. De modo geral, porém, os pacientes relatam dor lombar, que piora com certos movimentos. Também pode haver sensação de perda de força e formigamento, problemas de coluna e hérnia de disco. 

Tratamento

O exame de ressonância magnética é o mais indicado para o diagnóstico do problema. O especialista tranquiliza as pessoas que sofrem desse transtorno. “Caso o seu laudo médico tenha apontado este problema, não precisa se alarmar. Este é um problema na coluna possível de ser contornado”, tranquiliza Eustáquio Campos.

Segundo ele, a maior parte dos casos pode ser tratada com práticas menos invasivas, como medicamentos e fisioterapia. Na maioria dos casos, não é necessária a intervenção cirúrgica. “Ela só é indicada para casos mais avançados, em que a fisioterapia e os medicamentos não tenham surtido efeito”, explica. 


 

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