Caso é investigado

PM assassinada dentro de carro é sepultada sob forte comoção em Imperatriz

Cabo Juliana dos Santos Menezes foi morta a tiros dentro do próprio veículo; empresário que estava com ela também morreu após atirar contra si.

Imirante.com

O corpo seguiu em cortejo, no carro do Corpo de Bombeiros, até o cemitério. (Foto: reprodução)

IMPERATRIZ - O corpo da policial militar cabo Juliana dos Santos Menezes foi sepultado no fim da tarde desta quinta-feira (8), em Imperatriz, no Maranhão. O enterro foi marcado pela comoção de familiares, amigos e colegas de corporação. O corpo seguiu em cortejo, no carro do Corpo de Bombeiros, até o cemitério.

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Juliana ingressou na Polícia Militar do Maranhão em 2017 e estava lotada no Núcleo de Atenção Psicossocial do 3º BPM. Ela deixa dois filhos.

A motivação para o crime ainda não foi esclarecida. (Foto: reprodução)

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A Polícia Civil abriu um inquérito na Delegacia de Homicídios para investigar a dinâmica e a motivação da morte. O delegado responsável pelo caso aguarda os primeiros resultados da perícia para avançar nas investigações.

Policial foi encontrada morta dentro do carro

Segundo as informações apuradas pela polícia, Juliana dirigia o próprio carro quando estacionou em uma avenida do bairro Jardim Tropical. Ela estava acompanhada de um empresário e, conforme relatos de testemunhas, os dois teriam iniciado uma discussão.

Testemunhas disseram ter ouvido um disparo e percebido uma movimentação do homem dentro do veículo. Pelos relatos, Juliana teria sido atingida na cabeça e, em seguida, colocada pelo atirador no banco do passageiro.

O empresário assumiu a direção do veículo e percorreu cerca de 200 metros. Na sequência, teria atirado contra si mesmo. O carro acabou colidindo na traseira de um caminhão.

O homem também morreu.

Polícia investiga motivação

A motivação para o crime ainda não foi esclarecida. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios, que aguarda os resultados dos exames periciais para esclarecer as circunstâncias da ocorrência.

Segundo a polícia, Juliana não costumava andar armada. A principal suspeita, até o momento, é de que o revólver utilizado na ocorrência pertencesse ao empresário.

A investigação deverá buscar esclarecer, entre outros pontos, a dinâmica dos disparos e o que teria provocado a discussão antes da morte da policial.

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