Investigação

Justiça mantém presa mulher suspeita de abortar e queimar recém-nascido

Ela pode responder por infanticídio e ocultação de cadáver.

Imirante Imperatriz

- Atualizada em 17/08/2022 às 20h28
Ela  foi encaminhada para a Unidade Prisional de Davinópolis.
Ela foi encaminhada para a Unidade Prisional de Davinópolis. ( Foto: Reprodução)

IMPERATRIZ - A mulher que não teve o nome divulgado, suspeita de abortar e queimar o recém-nascido em Sítio Novo do Maranhão, foi encaminhada para a Unidade Prisional de Davinópolis, passou por audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (17) e a Justiça decidiu mantê-la presa. 

Ela deve responder pelos crimes de aborto e ocultação de cadáver. As investigações seguem pela Delegacia Regional de Imperatriz, a partir do depoimento prestado e dos resultados da perícia.

A mulher foi presa depois que a polícia encontrou o recém-nascido carbonizado, no quintal da casa onde ela mora, enrolado em um plástico e dentro de uma caixa. Foram feitas denúncias anônimas à Polícia Militar informando sobre o acontecido. 

O delegado que colheu o depoimento informou que ela alega ter abortado de forma espontânea, depois de esconder a gravidez indesejada e também confessou ter ateado fogo na caixa.

Além dos depoimentos que estão sendo prestados, a polícia aguarda laudos da perícia para esclarecer o tempo de gestação, e se houve, de fato, um aborto espontâneo ou provocado.

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