Embate político

Messias e coordenador de Flávio Bolsonaro trocam críticas nas redes

Jorge Messias e Rogério Marinho discutiram após senador compartilhar vídeo do AGU sobre candidato que teria procurado dono do Banco Master.

Ipolítica, com informações de O Globo

Jorge Messias e Rogério Marinho trocaram críticas nas redes após publicação do AGU sobre candidato à Presidência e Banco Master. (José Cruz / Agência Brasil)

BRASIL – O advogado-geral da União, Jorge Messias, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, trocaram críticas nas redes sociais nesta quinta-feira (24).

A discussão começou depois que Marinho compartilhou no X um vídeo de Messias em que o advogado-geral da União critica um candidato à Presidência que, segundo ele, teria procurado o dono do Banco Master para pedir milhões em benefício da própria família.

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Ao comentar a publicação, Marinho acusou Messias de agir como militante do PT e questionou sua atuação à frente da Advocacia-Geral da União.

Troca de críticas

Rogério Marinho afirmou que Messias estaria se comportando “como militante do PT” e que teria aberto mão de sua função institucional.

Em resposta, Messias fez referência à campanha de Flávio Bolsonaro e questionou o senador sobre o destino de recursos mencionados na discussão.

“Meu Prezado Senador, o senhor não precisava passar esse recibo. O senhor poderia fazer um favor para o povo? Já que seu candidato não consegue explicar o destino da grana, faz essa gentileza para todo o Brasil. Estamos esperando ansiosamente. Um abraço!”, escreveu o AGU.

A troca de mensagens ocorreu em meio às discussões políticas envolvendo o Banco Master e candidatos à Presidência da República.

Indicação ao STF

Jorge Messias havia sido indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), mas teve o nome rejeitado pelo Senado em abril de 2026.

Em maio, Lula afirmou que pretende indicar novamente o advogado-geral da União para uma cadeira no Supremo.

Na ocasião, o presidente defendeu a qualificação jurídica de Messias e afirmou que a rejeição da indicação ocorreu por razões políticas.

“Ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque é um dos melhores advogados deste país”, afirmou Lula. O presidente também disse que Messias não foi rejeitado por questões relacionadas à sua conduta pessoal, mas por uma decisão política.

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