Pergentino Holanda

Circula hoje a primeira edição de 2022 do PH Revista

PH31/12/2021 às 10h02
Capa do Caderno PH Revista

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O primeiro caderno PH Revista de 2022, para o fim de semana de 1 e 2 de janeiro, circula excepcionalmente nesta sexta-feira, com a top model Bianca Klamt (foto) como destaque de capa; reportagem das Bodas de Esmeralda de Sérgio Veras Parente e Sílvia Mendes Parente, proprietários em São Luís da RJ Distribuidora, que reuniram toda a família em Gramado (RS) para comemorar 40 anos de casados; o desfile de joias de Maria Izabel Azevedo; o casamento ao pôr-do-sol dos belos jovens Rebecca Moraes Rego e Apolo Colaço; o sucesso do show “O Bis”, do cantor e compositor Marconi Rezende; e as duas sessões do show “Só Ouvir”, um presente de fim de ano da cantora Flávia Bittencourt

Festa maranhense no Rio de Janeiro

Réveillon com os pés na areia do mar

Há muito tempo sem visitar São Luís, a maranhense Leda Chaves Napoleão e o ex-ministro, ex-governador e ex-senador piauiense Hugo Napoleão passam as festas de fim de ano na cidade e fizeram uma visita especial ao ex-presidente José Sarney e Dona Marly, que hoje recebem um pequeno grupo de amigos para o Réveillon, que terá continuidade na praia, num pequeno bar em frente ao Condomínio Murano, promovido pela filha do casal, a ex-governadora e ex-senadora Roseana Sarney, que pretende começar o ano de 2022 molhando os pés na areia do mar da Ponta d´Areia

Adriana, Félix, Cida, José Aparecido Valadão, Kristine, Christian, Chames, Marco Braid, Gabriela, Mauricio e Carmelita Guará

Um encontro agradável reuniu num badalado restaurante carioca um grupo alegre do Maranhão que optou por romper o Ano Novo no Rio de Janeiro: Adriana e Félix Alberto Lima, Cida e José Aparecido Valadão, Kristine e Christian Lamar; Chames e Marco Braid; Gabriela Valadão e Mauricio Lima Neto; e D. Carmelita Guará

2021 e seus significados

Chegamos à última coluna do ano, talvez a mais difícil, pois é a que requer olhar para trás e ver tudo o que foi feito até aqui.

Ao falar em 2021, diferentemente de 2020, não se concebe uma rotulagem como “o ano da pandemia”.

Ao contrário disso, eu diria que se forma um grande mosaico com todas as palavras cujo real significado tivemos de reaprender e, mais do que isso, colocar em prática.

Se em 2020 tivemos de esperar por um sopro de esperança por meio da vacinação, em 2021 tivemos de ser conscientes e conversar sobre a importância de efetivá-la.

Se em 2020 tivemos a oportunidade de refletir com a pausa que nos foi concedida, em 2021 tivemos de exercitar o bom senso e retornar às nossas funções sem esquecer a importância do que temos em nossos lares.

2021 foi mais uma prova, mas desta vez aquela de reforço, verificando se realmente aprendemos. Foi o ano que aplicou novamente alguns desafios e deixou clara a importância dos retornos.

Desejo que possamos receber 2022 alicerçados em nossos aprendizados e verdadeiros patrimônios.

Que os valores de liberdade, igualdade e humanidade transcendam o nosso brasão e façam morada em nossos corações, conduzindo um ano repleto de novas oportunidades, luz e paz.

A esperança não deve morrer nunca

Está morrendo o vigésimo primeiro ano do terceiro milênio. Eis uma verdade trivial. E não o sentimos, virtualmente – como percebemos, na epiderme, o vento que passa. Somos passageiros dos dias. E eles, às vezes, nos conduzem a impressentidos caminhos, vielas, frequentes equívocos sentimentais e a formulações inexatas de pessoas.

Constato o trivial: sopram os últimos ventos do ano de 2021. Entre outros motivos, por este: ontem, mirando-me ao espelho, surpreendi novos cabelos brancos, mais algumas rugas, em torno do arquipélago dos meus olhos, e um leve cansaço nas mãos, quando saudava o início da manhã ensolarada no Calhau.

Sei que sucumbe o ano. Antes dele, foi para a eternidade a razão maior dos meus mais puros sentimentos. Morreram, também, folhas de árvores. Porém elas sobrevivem como verdade botânica.

Descubro, como passageiro dos dias, esta realidade trivial: o ano morre. Irremediavelmente. Para muitos. Mas a esperança não deve morrer nunca.

A agonia da vaidade

No seu livro How to Make Yourself Miserable (“Como fazer de você mesmo miserável”, em tradução livre), Dan Greenberg demonstra por meio do humor o poder insidioso que o pensamento comparativo pode exercer sobre nós: “Se os leitores tiverem um desejo sincero de tornar suas vidas infelizes, devem se aplicar à comparação com as outras pessoas”.

Os que se dedicam obsessivamente às comparações dos seus dotes físicos, mais frequentes entre as mulheres jovens e as de qualquer idade que rejeitam a naturalidade de envelhecer, assumem um atalho para a tristeza de descobrirem que a vaidade nunca terá o tempo como seu amigo predileto.

Se a comparação se limitar ao plano da beleza física, o desconforto será mais superficial, mas se atentarmos para as realizações pessoais, o nível de infelicidade vira poço.

A descoberta na fase madura da vida de que não importa para que lado você olhe, sempre haverá alguém mais tudo, mesmo nas coisas em que você se acha bom, desmonta qualquer vaidade e ridiculariza o narcisismo.

Um momento que é sempre mágico

O Réveillon é sempre um momento mágico. As pessoas ficam mais alegres e enxergam no novo momento que se aproxima uma chance de consertar tudo de errado que aconteceu durante o ano que se passou.

Mágoas são resolvidas, discussões perdoadas, amores se fortalecem e outros novos surgem. Tudo isso sob um céu estrelado.

Os que têm chance de ir até um lugar belo e distante de toda a poluição das cidades grandes, enxergam os astros de verdade. Já os que ficam nas metrópoles, recebem as boas-vindas de uma imensidão repleta de pontinhos brilhantes artificiais, de cores e formato diferentes, que fazem barulho e promovem a alegria de pessoas de todas as idades logo que os ponteiros dos relógios apontam para cima, marcando a meia-noite.

A chegada do Réveillon é um acontecimento e, quem tem a oportunidade, não pode deixar passar despercebida.

Réveillon Privilégio é o de maior charme

De todos os réveillons que estão sendo promovidos na cidade, o Réveillon Privilégio, no Rio Poty Hotel, desponta como o de maior charme e com as melhores atrações para saudar o ano da graça de 2022.

Lá, instalei o meu QG para receber os bons fluidos do Ano Novo, que começa com a alegria e animação do Grupo Argumento, comandado pelo vocalista Vitor Hugo Cândido, com uma seleção musical que é um passeio pelos melhores sambas da música brasileira.

O show da virada será comandado por Victor Fernandes, que promete uma apresentação para levar o público ao delírio.

Quando Victor sair de cena sobe ao palco o sensacional Jonas Esticado, que sempre agita a juventude com um repertório animadíssimo.

E para coroar o sucesso da noite, que promete ser a melhor e mais animada da virada de ano, teremos o show de Fabrícia e sua Banda, com muito axé.

João Marcelo e o Repórter PH

O Repórter PH na área de lazer do Rio Poty Hotel, que será palco da única festa com charme e glamour para saudar 2022 em São Luís, ao lado do promoter João Marcelo Sá, que divide com a empresária Évila Garcia Pinheiro e o diretor do Rio Poty, Armando Ferreira, a produção desse mega evento

DE RELANCE

Crenças para a chegada do Ano Novo

As cores ideais para vestir na virada de ano são vermelho e amarelo. Alguns dizem que azul também está na lista das melhores escolhas. E, é claro, branco é básico.

Com o guarda-roupa, a série de simpatias é tão extensa quanto com a das comidas.

Azul é esperança. Rosa é indicado para conquistar um amor. Branco é paz e tranquilidade.

Sorte no amor se consegue com uma roupa de baixo novinha, de preferência em vermelho.

Já quem quer a carteira recheada, deve usar uma peça de roupa amarela, que representa o ouro, ou colocar uma nota de dinheiro dentro do sapato ou da meia do pé direito.

Se você quiser ficar longe dos apertos financeiros, use só roupas folgadas, que não apertem o corpo e ainda são tendência.

Crenças para o Ano Novo... 2

Termine o ano agradecendo as vitórias, mesmo que pequenas, os encontros, os reencontros, a saúde, o fato de estar vivo. E por que não agradecer até mesmo as próprias crises? Afinal, é com elas que crescemos.

Lembre-se: dia primeiro de janeiro não se pede nada emprestado e nem se empresta nada. Também não se toca em tesouras.

Estranho? Feche os olhos e tenha fé. Dizem que tudo isso é para preservar a prosperidade e evitar dificuldades.

A comida tem papel fundamental no Réveillon. Para ter boa saúde, coma pera. Para vida longa, arroz. Abundância pede melancia. Para encontrar um amor, feche os olhos e deguste morangos.

Crenças para o Ano Novo... 3

Quer mais pimenta na cama? Damasco é a resposta. Sorte a qualquer minuto é garantida com gotas de champanha atrás da orelha.

Suspiro e merengue proporcionam um ano bem docinho. Já maçã é sinal de casamento forte e duradouro.

Sete frutas diferentes trazem fartura, assim como 30 grãos de uma espiga de milho (uma para cada dia do mês).

Os italianos dizem que dinheiro e fartura vêm com três colheres de sopa de lentilha e três pedidos na mente.

O porco, que empurra a comida pra frente, traz prosperidade. Prosperidade também surge para quem come 12 grãos de uva ou bagos de romã (uma para cada mês) e guarda as sementes na carteira junto a uma folha de louro, que é símbolo de sucesso.

Quem está querendo encomendar um bebê deve apostar no peixe, símbolo da fecundidade.

Deixem de lado as aves. Por quê? Elas ciscam pra trás.

Crenças para o Ano Novo... 4

Dizem os crédulos que dá para conseguir quase tudo com a simpatia certa na virada. Para atrair coisas boas para a vida, pule com o pé direito à meia-noite. Para deixar problemas para trás, use lençóis novos na primeira noite do ano.

Quer mais dinheiro e fartura? Jogue sete moedas no quintal da casa à meia-noite em ponto. Faltou sorte? Passe a virada bem acordado e com todas as luzes da casa acesas. Está a fim de progredir na vida? Suba um degrau de uma escada ou em uma cadeira, sempre com o pé direito e à meia-noite.

O desejo é dar tchau às coisas ruins? À meia-noite, grite, faça barulho, cante, apite, bata panelas, solte fogos.

Quer que tudo isso se realize? Pule sete ondas à meia-noite, fazendo sete pedidos, um para cada onda.

O mais importante em tudo isso é ter fé porque a fé não costuma falhar.

Feliz 2022!

Compras natalinas não páram

Já foi dito e repetido que os lojistas tiveram este ano, em matéria de vendas, um final mais do que feliz.

Há muito tempo não faturavam tanto quanto em 2021, por conta do Natal, que pode ser considerado o melhor dos últimos cinco anos.

Após o Natal, outra agradável surpresa para os lojistas.

Eles não esperavam que os consumidores continuassem comprando.

As lojas da Rua Grande e os shoppings-centers ainda permanecem cheios de gente e com as vendas além das expectativas.

Balada do amante exilado

A propósito da virada de mais um ano, não custa lembrar que as horas pesam no coração que ama, mas está só na amplidão do tempo, no varejo noturno dos meses, no desequilíbrio azul dos minutos.

Tudo se perde como quando Deus nos abandona.

O cristal do silêncio ilumina as palavras, e em fatias nos dá a nau dos dias, onde prosseguimos como um rio que não corre para o mar, e na superfície vai nossa alma, desolada, fantasma que sacode o pó dos caminhos sobre nossos ossos.

As asperezas pesam em nossas mãos que, fragilizadas, arquitetam, inúteis, a solidez do poema.

O rumor da solidão se mistura ao vazio de nossas roupas, onde o amor esteve, vestindo-as com o esplendor do desejo.

Exilado na agonia que varre os anos, tudo é ontem. Mas nos resta uma luz bravia, que resplandece em pequenos luares, e nos diz que há um novo amor onde acaba o dia e nascem outros lugares.

Champagne, sempre champagne

Horas antes da chegada de 2022, famílias em todo o mundo cuidam de colocar o champagne no balde de gelo. Barata ou apenas para um seleto grupo de pessoas, na praia ou em restaurantes sofisticados, a bebida fez parte das comemorações.

Mas, afinal, por que o champanhe fascina tanto? Estudos tentaram dar parte das explicações para o fenômeno gastronômico. A lenda conta que a bebida foi acidentalmente descoberta no final do século 17, quando um dos responsáveis que trabalhava na elaboração da nova bebida correu para avisar seus colegas: “corram, estou bebendo estrelas”.

Um estudo realizado por cientistas franceses e alemães provaram que as bolhas da bebida servem como “elevadores para os aromas”, potencializando a degustação.

Champagne, sempre champagne...2

Uma série de mitos foram desmentidos pela ciência em relação ao champanhe.

Segundo os pesquisadores, não se deve tomar champanhe acompanhado por amendoim. As mulheres ainda devem evitar os batons ao beber por causa da gordura usada na maquiagem. Tudo isso anularia o impacto das bolhas como potencializadores dos aromas da bebida.

Outra constatação: colocar uma colher na garrafa aberta não evita que as bolhas se percam, como os costumes indicariam.

Champagne, sempre champagne...3

Mas nem a ciência tem uma versão única sobre o champanhe. Não faz muito tempo, o pesquisador Nicholas Ryba, do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, publicou na revista Science conclusões de seu estudo com degustadores de bebidas com gás.

Em um quarto, colocou um grupo com uma pressão atmosférica normal e outros em um recinto pressurizado.

O resultado foi que, mesmo no recinto onde as bolhas não são formadas por conta da pressão, os degustadores sentiram o mesmo gosto.

Portanto, o segredo não estaria no estouro das bolhas. Mas na presença do gás.

Hora de agradecer

Antiga e sempre atual é a recomendação aos anfitriões de um artista profissional para que tenham muito tato ao pedir que ele cante ou toque um instrumento musical depois de um jantar. E hoje, a noite é propícia para gafes desse tipo.

Esta anedota verídica ilustra o assunto: no início do século 19, na Europa, o famoso compositor e brilhante violonista italiano, considerado o maior virtuose do século XIX, Paganini (1784 - 1840) aceitou participar de um jantar. Depois de fazer o convite, a anfitriã pediu que ele levasse seu violino, pois todos adorariam vê-lo tocar.

“Prezada senhora”, respondeu Paganini, “meu violino não come nunca fora de casa”.

Para dar uma “canja”, é preciso que o artista se sinta à vontade, junto de outros colegas, e o show extra é dado espontaneamente.

Na alegria ou na tristeza

Amigo secreto, festa da firma ou da repartição, encontros de velhos amigos... As festas, em dezembro, não se limitam à noite de Natal e ao Ano Novo. Em todas elas, o espumante, que é o nosso champagne nacional, é o rei da festa.

Hoje, a palavra champagne, apesar da França ter ganho na justiça o direito de somente os espumantes da região de Champagne poderem usar esse nome, já se tornou a designação genérica de vinho espumante.

Num brinde comemorativo não há outra bebida. Num jantar, champagne, pró-secco ou espumante acompanha qualquer prato, da entrada à sobremesa.

Chamas visíveis ou não

A cidade arde em chamas. As mais altas são invisíveis. Novos ricos disfarçam a solidão comprando a companhia de amigos. Os pobres, como sempre, se contentam com pouco: apenas a vitória do seu time.

Ambos, novos ricos e pobres, são tão feios em sua falsa alegria, em sua resistência à melancolia, com suas frágeis canções, com suas caras distorcidas por álcool e risos.

Um novo ano está chegando e as esperanças dos maranhenses e dos brasileiros se renovam, à espera de um novo tempo, de uma nova época de realizações e de alegrias plenas.

O nosso povo é assim mesmo: somos campeões da esperança, da crença de que tudo pode melhorar. Assim, não poderiam se mostrar diferentes neste novo ciclo que se prenuncia.

TRIVIAL VARIADO

Ceres e Roosevelt Murad cancelaram a festa de Réveillon que realizam todos os anos. O motivo foi a morte inesperada, na noite de ontem, de Lais Sabadini Borçoi, mulher de Felipe Sampaio, filho de Graça e Osmir Sampaio. Toda a família está de luto.

Muitos anfitriões da noite de hoje sentiram um baque com a desistência de muitos convidados. É incontável o número de pessoas gripadas e, nessa condição, preferem ficar em casa a levar o vírus para circular em ambientes festivos.

O vereador André Jardins, de Presidente Dutra, veio com esposa Elly Araújo e a filha Melina passar o Réveillon no Rio Poty Hotel, que promete ser o melhor e mais animado para saudar o Ano Novo. São convidados para o Espaço do PH.

Quem trocou Brasília por São Luís nas festas de fim de ano, foi Marilene Dias, que está hospedada com sua velha amiga Teresa Martins. Marilene é técnica das mais gabaritadas do setor fazendário na Capital Federal.

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