Superação

Epilepsia refratária: conheça a história de superação da pequena Ada Valentina

Diagnosticada com epilepsia refratária, a pequena Ada Valentina faz acompanhamento médico desde 2017 no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP); saiba como ajudar.
Adriano Soares / Na Mira01/09/2019 às 18h30
Epilepsia refratária: conheça a história de superação da pequena Ada ValentinaAna Paula Mota e Ada Valentina. (Foto: Adriano Soares / Imirante.com)

SÃO LUÍS – Uma grande guerreira, é assim que podemos chamar a pequena Ada Valentina Santos, de apenas quatro anos de idade. Filha da Ana Paula Mota, Ada foi diagnosticada com epilepsia refratária logo aos seis meses de vida. Uma notícia que mudou completamente a vida de toda a sua família, em especial, sua mãe.

Ada é a filha caçula de dois irmãos. De acordo com Ana Paula Mota, os primeiros sintomas do problema de saúde da filha vieram logo quando Ada tinha apenas um mês e 20 dias de vida, quando a então recém-nascida começou a apresentar crises convulsivas. “Desde então eu nunca mais parei e a Ada nunca parou de convulsionar”, diz Ana Paula.

Desde 2017 Ada Valentina faz acompanhamento no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, que é referência em epilepsia no país. Ana Paula conta que os custos com as viagens são altos e são arcados com a venda de rifas por amigos e pessoas que conhecem a história da pequena Ada Valentina. “A minha vida é estudar a doença da minha filha”, afirma Ana Paula.

“A minha cabeça não para. Eu vou vencer essa doença”, essas são as palavras de uma mãe que não perde as esperanças de lutar pela vida de sua filha. Ada Valentina já passou por inúmeras cirurgias, e a cada nova consulta, exame e procedimento cirúrgico, Ana Paula vibra e sabe que sempre tem algo a mais que pode ser feito por Ada.

Epilepsia Refratária

A epilepsia é um problema que afeta mais de 50 milhões de pessoas em todo mundo e mais de 20 milhões deles continuam apresentando crises que não controlam satisfatoriamente com o uso de medicamentos. As epilepsias refratárias correspondem a cerca de 20% dos pacientes epilépticos, como é o caso de Ada Valentina.

Rifas

Todas as despesas e custos com o tratamento da pequena Ada Valentina em São Paulo são pagas por meio de verba advinda de venda de rifas, sorteios e ajuda. E para quem quiser saber mais sobre a rotina da Ada e de sua mãe Ana Paula e ajudar as duas grandes guerreiras é só ir lá no perfil @duplamenteespecial

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