Música maranhense

Cantor e compositor Rauchoa estreia na música com o álbum “Morphine”

Novidade na música maranhense, o artista pretende chegar ao mercado internacional com álbum em inglês.
Na Mira, com informações da Assessoria16/01/2019 às 13h38
Para o ano, o artista aposta na divulgação do seu primeiro álbum, intitulado Morphine, que foi lançado no fim do ano passado

Destaque na cena pop e eletrônica de São Luís, o cantor e compositor Rauchoa está entre as grandes apostas da cena musical maranhense em 2019. Para o ano, o artista aposta na divulgação do seu primeiro álbum, intitulado Morphine, que foi lançado no fim do ano passado e já está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify e Deezer.

O álbum foi gravado inteiramente em inglês, com o objetivo de alcançar o mercado internacional. In love with you, o primeiro single do álbum, teve clipe gravado na Lagoa Azul de Rosário e mais de 130 mil visualizações no YouTube.

Aos 25 anos de idade, Raul Ferreira Uchôa é professor de inglês e estuda canto e violão em São Luís, onde mora há sete anos. Seu autodidatismo, tanto no estudo de línguas quanto em sua experiência inicial com a música, rendeu-lhe a incursão em Morphine.

“O cantor canta o que ele é”, afirma Rauchoa, ao explicar seu processo de criação. O artista escreveu todas as canções do álbum e diz que, neste momento, não há sentido em cantar algo feito por outra pessoa. A centralização do processo criativo se reflete em pitacos sobre a produção, que acompanhou de perto até a finalização do álbum.

Rauchoa é natural de Presidente Vargas

A produção musical é assinada por Adnon Soares, vocalista e sintetizador da banda maranhense Soulvenir, também conhecida por produzir canções em inglês. A parceria com Adnon gerou um álbum de música eletrônica, com ênfase no baixo elétrico, guitarra e violão. O álbum Morphine aborda temas como amor e religiosidade e tem como uma de suas principais influências musicais o trabalho do DJ brasileiro Alok, ídolo de Rauchoa.

Natural de Presidente Vargas, município do interior do Maranhão onde morou até a adolescência, Raul tinha quando criança o hobbie de acompanhar os lançamentos musicais do mercado pop.

Nessa rotina, tornou-se um fã da cantora colombiana Shakira, artista que admira desde o início dos anos 2000. Incorporou em seus trabalhos diversas influências da cantora, entre elas a paixão pelo estudo de línguas (Shakira é poliglota) e o viés autoral, traço que a colombiana cultiva como compositora.

Além de Shakira e do DJ Alok, o álbum de estreia de Rauchoa traz, também, outras referências, como Harry Styles, Britney Spears, Avicii, Michael Jackson e Shawn Mendes.

Morphine chega ao mercado sem a expressão de um apelo político. Para Rauchoa, suas músicas não se situam numa polaridade moral entre o certo e o errado. Seu álbum tem na música pop comercial, então, um incentivo à produção de músicas que simbolizam a busca de sonhos inalcançáveis, a persistência para seguir em frente e mesmo a consciência da fugacidade das coisas.

O “jogo” com a metáfora da morfina não alude ao vício na droga pesada, que pode ser o primeiro ponto de partida do ouvinte, mas aos efeitos positivos de seu uso no corpo enfermo.

Como em Revive, música que o cantor traduz na ideia de “sonhos que se tornam prioridade e estão em primeiro lugar, não em segundo plano, juntando poeira”.

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