Carnaval 2015

Flor brilha e colore a Passarela do Samba

Cinco escolas passaram pelo sambódromo nesse domingo (15).
Neto Cordeiro e Paulo de Tarso Jr./Imirante.com16/02/2015 às 05h16

SÃO LUÍS – Começou a festa na Passarela do Samba da capital maranhense. O Anel Viário recebeu, nesse domingo (15), cinco escolas de samba – Mocidade da Ilha, Turma de Mangueira, Unidos de Ribamar, Túnel do Sacavém e Flor do Samba. Antes delas, houve desfile de blocos organizados. Veja, a seguir, o resumo da passagem de cada uma das escolas.

Mocidade Independente da Ilha

A primeira escola a entrar na Passarela do Samba, na noite deste domingo, foi a Mocidade Independente da Ilha. Com o tema, “A mulher é sempre mulher graças a Deus”, a agremiação resgatou o paraíso de Eva, o jardim do Éden, logo no primeiro carro alegórico. Também foram destacados a personagem Mãe Catirina do bumba meu boi e a entidade pombagira. Houve atraso, em razão dos blocos que antecederam as escolas. A Mocidade só começou seu desfile às 22h.

Turma de Mangueira

Do João Paulo, a Turma de Mangueira levou as cores verde, rosa, preto e branco ao Anel Viário, onde realizou um dos melhores desfiles da noite. Fofões e o tambor de crioula se mesclaram na comissão de frente.

Atrás, um casal de mestre-sala e porta-bandeira esbanjou charme e muito luxo em fantasias nas cores tradicionais da escola. O primeiro carro expôs enormes máscaras carnavalescas. A bateria entrou vestindo florais. Foi um verdadeiro baile de Carnaval, como propunha o tema.

“Vai querer? Vai querer?”. Este grito, seguido de outro famosíssimo: “ô abre alas que eu quero passar”, fizeram parte da letra do samba-enredo da escola. E teve mais “zoeira” e “alegria”. O último, dos três carros, trouxe uma casa de palha onde havia tocadores de tambor.

Unidos de Ribamar

A escola de São José de Ribamar falou da tradicional festa do Lava-Pratos, o bis do carnaval, segundo ela. A comissão de frente mostrou a história, com índios, um navegante português e, no meio disso tudo, um garçom, que oferecia cerveja.

Falando de religiosidade e trazendo índios, surgiu o primeiro carro da agremiação na avenida. Os ritmistas se vestiram de marinheiros, nas cores azul, branco e amarelo. A ala das baianas veio com “o terço na mão e o samba no pé”, como dizia a letra do samba. Outra alegoria expôs artesanatos em uma singela casa de palha.

O terceiro carro mostrou que, na “cidade da fé”, o Carnaval não acaba na terça-feira. Um trio elétrico invadiu a passarela, tomado por uma ala de piratas à frente.

Túnel do Sacavém

Codó: terra de encantos mistérios e magia. Este foi o tema levado ao sambódromo, pela quarta escola do primeiro dia de desfile. A Túnel do Sacavém cantou as glórias e tradições do município maranhense banhado pelo rio Itapecuru. Destaque para a ala de baianas que demonstrou muito carisma e vitalidade.

Flor do Samba

Exuberância. Esta palavra descreve bem o desfile da agremiação de 76 anos. A Flor do Samba convidou o público para uma expedição pela África. “Abre a roda”, anunciava o samba-enredo. Tambores estampados por pele de animal e uma coreografia animada anunciavam o que estava por vir.

O tom pastel inicial, porém, foi logo dando lugar a cores mais quentes e vibrantes. Até atingir um colorido impressionante. Houve alas de reis e de guerreiros, carro alegórico com brincadeiras do São João de São Luís.

O segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira entrou de branco e vermelho. Mas, só a pompa não bastava. Por vezes, acendiam luzes nas fantasias, dando o acabamento final. O que não faltou no desfile da Flor foi brilho e empolgação.

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