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Do sul de Londres ao mundo: conheça a banda Bastille

Grupo comandado por Dan Smith já emplacou vários "hits" na Europa.
Gustavo Sampaio/Imirante.com07/10/2013 às 07h02
Grupo Bastille/ Foto: Divulgação

SÃO LUÍS – Há alguns meses, encontrar uma rádio inglesa que não tocasse a canção “Pompeii” era uma tarefa das mais difíceis. Hoje, a canção, ainda, pode ser encontrada. Mas não somente em terrenos londrinos ou europeus. A faixa, presente no disco “Bad Blood”, tem se tornado um dos grandes hinos de 2013 e começa a ganhar proporções mundiais, já alcançando rádios norte-americanas e brasileiras. Crédito do sucesso? Ao charme do vocal de Dan Smith e de seus integrantes do grupo Bastille.

Formado em 2010, o grupo traz, além de Dan, os músicos Kyle Simmons (tecladista), Will Farquarson (baixista) e Chris "Woody" Wood (baterista). Os primeiros singles de “Bad Blood” vieram, ainda, em 2012, com “Overjoyed” e a faixa-título, mas foi “Flaws” que garantiu a primeira ideia de hit ao grupo.

Porém, bastou o ano seguinte chegar para que “Pompeii” se tornasse um sucesso misto: garantiu boas posições em paradas rock, pop e dance europeias. O então primeiro hit da banda fez com que o já citado primeiro álbum alcançasse a primeira posição dos álbuns mais vendidos no Reino Unido. A faixa, que conta com um refrão de fácil assimilação e com ecos á lá anos 80, causou uma boa impressão entre o público, que impulsionou o status de hit para outras duas canções: “Laura Palmer” e “Things We Lost In The Fire”.

De lá pra cá, a banda, principalmente, Dan Smith, tem aproveitado o repentino sucesso, estrelando, também, suas canções em outras plataformas, como em séries de televisão (“The Vampire Diaries”), versões de canções famosas (no Soundcloud do grupo) e clipes baseados em diretores famosos (como a homenagem a David Lynch no vídeo de “Things We Lost In The Fire”).

"Tenho certeza que não ficarei nas paradas por muito tempo, mas é legal estar lá por um dia ou dois dias. É bastante bizarro", disse Dan Smith em uma entrevista, falando sobre o sucesso repentino. No que depender nas sementes que “Bad Blood” plantou, as chances de o jovem britânico estar errado são bem grandes.

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