SÃO LUÍS – A agilidade e a presença de equipamentos adequados nos primeiros minutos de uma parada cardiorrespiratória são cruciais para evitar mortes e sequelas irreversíveis. No Maranhão, a legislação que exige a instalação de Desfibriladores Externos Automáticos (DEA) em locais com grande fluxo de pessoas existe desde 2005, mas a fiscalização e a cobrança por seu cumprimento ganharam novo fôlego com ações recentes do Ministério Público. O tema foi debatido no Atualidades, desta segunda-feira (27), com a participação do cardiologista Ribamar Costa e do médico emergencista Lucas Campos.
Durante a entrevista, os médicos ressaltaram que o suporte inicial deve ocorrer em até cinco minutos para maximizar as chances de sobrevivência e preservação da função cerebral. O uso do DEA é simplificado e instrutivo, permitindo que qualquer pessoa, mesmo leiga na área da saúde, posicione as pás no paciente e siga os comandos de voz do próprio equipamento enquanto o socorro especializado é acionado. Contudo, além do dispositivo, é fundamental investir em treinamentos básicos de primeiros socorros para a população e equipes que atuam em espaços de grande trânsito, como shoppings, aeroportos e academias.
Veja.
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