O Céu é Velho Há Muito Tempo

Lucas Santtana lança disco na Mirante FM e anuncia turnê nacional a partir de janeiro em SP

O novo disco do cantor e compositor baiano traz canções que falam de amor, afetos e política. Em entrevista, o músico destacou a passagem por São Luís, no Festival BR 135 e sonha em conhecer os Lençóis Maranhenses.
Pedro Sobrinho/Jornalista 22/12/2019 às 14h09
Lucas Santtana e o disco O Céu é Velho Há Muito Tempo (Facebook/Divulgação)

O cantor e compositor baiano, Lucas Santtana, faz de seu oitavo trabalho, O Céu É Velho Há Muito Tempo, um disco-manifesto, lançado algumas faixas na noite dessa quinta-feira (19/12), no Plugado, na Mirante FM, recheado de bate-papo com o jornalista Pedro Sobrinho, produtor e apresentador do programa.

Para Lucas Santanna, o novo disco tem canções que falam de política e amor.

- Fiz um disco com canções de conotação bem política que falam do Brasil atual que traz à tona questões bem antigas. Ele acrescenta dizendo que o disco também traz canções de afeto, de amor, de relacionamento. É o meu primeiro disco em que as letras são mais importantes do que o som. O que está sendo cantando, o que está sendo dito é o mais importante - ressalta.

Na sua primeira passagem por São Luís, no ano passado, durante apresentação no Festival BR-135, Lucas disse que foi um momento vigoroso por gostar da cidade, da afinidade com o reggae.

- Só falta eu conhecer os Lençóis Maranhenses. Espero que seja breve. Tá faltando eu chegar aí antes que privatizem - brincou.

Histórico

Instigado pela flauta presenteada pelo pai e pelos vinis que ganhava da mãe em Salvador, Lucas Santtana foi produzindo em 49 anos de vida um mosaico de referências musicais e sonoras que lhe renderam sete álbuns, incontáveis parcerias e diversas trilhas para o cinema e o teatro.

Músico sem interrupção, o baiano, nascido em Salvador e hoje residente em São Paulo. Lucas é filho de Roberto Sant’Ana, nome forte do Tropicalismo, e sobrinho do cantor e compositor Tom Zé. Dinâmico e experimental, o artista canta temas como o amor, a natureza e a cidade em faixas que vão da suavidade ao swing.

Seu álbum ‘Sem Nostalgia’ foi eleito o melhor disco de 2011 pelo jornal Liberation, da França, e considerado um dos 10 mais importantes discos do século 21 pela revista Rolling Stone.

‘O Deus que devasta mais também cura’, seu quinto trabalho, entrou na lista de melhores discos do ano da revista francesa Les Inrockutpibles em 2012. Em 2017, lançou ‘Modo Avião’, projeto inovador que conjuga música, literatura e cinema, com a parceria do escritor João Paulo Cuenca e do quadrinista Rafael Coutinho.

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