Sarará

Erasmo Dibell firma parceria com Zeca Baleiro na canção "São Nunca"

O cantor e compositor maranhense, natural de Carolina, prepara um disco de releituras, canções inéditas e participações de Zeca Baleiro, Rita Benneditto e Fagner, será lançado pelo selo Saravá Discos, em 2020.
Pedro Sobrinho/Jornalista 22/12/2019 às 16h45
Erasmo Dibell prepara disco Sarará para lançamento em 2020 (Divulgação)

Em 2020, será lançado em dois volumes pela Saravá Discos, selo do cantor e compositor Zeca Baleiro, o disco "SARAVÁ", de Erasmo Dibell, que terá, ainda, as participações do próprio Baleiro, além de Rita Benneditto e Fagner.

Embora parceiros de longas datas, esta é a primeira parceria firmada entre Erasmo Dibell e Zeca Baleiro. A dupla se encontrou em maio deste ano, por ocasião da gravação do documentário musical "O MARANHÃO - VENTOS QUE SOPRAM", dirigido por Neto Borges.

Do reencontro entre Erasmo Dibell e Zeca Baleiro, nasceu "SÃO NUNCA". O CD 'SARARÁ" prepara várias releituras da obra de Erasmo, arranjadas e produzidas pelo músicos maranhenses Moisés Mota, Marcelo Rebelo e o próprio Dibell. As duas músicas inéditas do disco, 'SÃO NUNCA' E 'JUNTINHOS' serão produzidas por Zeca Baleiro e Adriano Magoo. O artista plástico Elifas Andreato assina a capa do disco.

Perfil

Natural de Carolina (MA), Erasmo Dibell é um dos artistas mais populares do estado e um dos melhores compositores maranhenses que surgiram a partir da primeira metade dos anos 90. Violonista e Intérprete, Erasmo já foi gravado por várias cantoras e cantores brasileiros.

A obra de Erasmo Dibell destaca-se pela diversidade de ritmos. É evidente a influência dos grandes mestres da música popular brasileira em suas criações, mas a forma diferenciada com que aborda questões sociais, o lirismo de sua poesia e seu peculiar suingue ao violão, são os diferenciais que o credenciam a buscar espaço e reconhecimento na multifacetada música produzida hoje no Brasil.

Seu primeiro disco solo (Sarará/1993), produzido pelo percussionista Papete, com arranjos de Marcelo Carvalho, Papete e Erasmo Dibell, foi considerado pelo jornal Correio Brasiliense como um dos melhores CDs lançados naquele ano. O segundo trabalho (O amor é azul/1995) teve como produtor e arranjador o maestro Zé Américo Bastos. Este disco lhe abriu portas no cenário nacional despertando o interesse de conhecidos intérpretes por suas composições.

Em seu disco mais recente (Tudo de Bom/2008), Erasmo estréia como arranjador e produtor, celebrando parcerias com Drica Melazzo e Zé Américo. O CD ratifica mais uma vez a força e a qualidade lírica de suas composições.

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