Regado a Reggae

Orquestra Maranhense de Reggae faz aniversário de três anos com festa no fim de semana

Participam da festa Barba Branca e Criolos D''Ifé, além dos DJs Neto Miller e Ademar Danilo, além de Célia Sampaio. Criada em 2016, a Orquestra Maranhense de Reggae (OMR) fez vários shows em São Luís.
Pedro Sobrinho/Jornalista 05/08/2019 às 09h06
Marcel Pereira e Margareth Diniz falando sobre a Orquestra Maranhense de Reggae (Divulgação)

Diferentemente do que a maioria pensa de uma orquestra, os integrantes da Orquestra Maranhense de Reggae reproduzem de maneira divertida e consistente os clássicos do reggae jamaicano. Criada em 2016, a Orquestra Maranhense de Reggae (OMR) já realizou diversos espetáculos nos palcos de São Luís.

Nesta sexta-feira (9/8), a Orquestra Maranhense de Reggae festeja seus três anos de existência com uma grandiosa festa, no Créole Bar, localizado na Lagoa da Jansen. Na programação tem shows das bandas Barba Branca e Criolos D´Ifé, além dos DJs Neto Miller e Ademar Danilo e a anfitriã e aniversariante a OMR, que traz a participação de Célia Sampaio, a dama do reggae maranhense. Em entrevista ao Plugado, na Mirante FM, Margareth Diniz, integrante da Orquestra, falou da importância desta data comemorativa.

- Vamos comemorar o aniversário da Orquestra Maranhense de Reggae com a participação de vários artistas locais. Teremos a Barba Branca, Criolo D´Ifé, Célia Sampaio e os Djs Neto Myller e Ademar Danilo, o padrinho da orquestra. Esperamos contar com os amantes do reggae para comemorar esta data especial conosco que integramos a Orquestra - declara.

Erudição no reggae

Quando se fala em Orquestra vem a ideia de erudição. E aliar com o reggae, estilo musical de massa, especialmente, e São Luís merece uma explicação. Para Marcel Pereira, músico da OMJ, a referência a Orquestra Jamaicana de Música Brasileira, de São Paulo.

- Trazer o reggae para dentro de uma orquestra vejo como algo brilhante para o nosso Maranhão. Somos a orquestra pioneira neste segmento no Estado. Quando surgiu a ideia, foi toda ela baseada na Orquestra Brasileira de Música Jamaicana (OBMJ). Eles vieram tocar em São Luís. Perdi o show deles, mas fiquei intrigado com aquilo e procurei vascular o material deles. Poxa, fiquei pensando como é que pode em São Luís que é a Jamaica Brasileira não tem uma orquestra de reggae. Chamei alguns amigos músicos para para fazer parte desta ideia e estamos aí, há três anos com esse projeto - esclarece.

E para fugir do lugar comum, a Orquestra faz a diferença com a vocalista Vanessa Furtado. Margarfeth Diniz, como mais um espaço para a mulher na música, especialmente, no reggae.

- É a mulher ocupando o seu espaço e não poderia faltar também dentro do reggae. Temos Célia Sampaio, que vai estar a nossa festa dia 9 de agosto. A Mirna, que foi vocalista do grupo, deu uma grande contribuição em nosso projeto. Quero também agradecer a Vanessa pela disponibilidade dela como a atual vocalista - reconhece.

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