Entrevista

MOA: dez anos depois, o festival volta a ser realizado em São Luís

Artistas locais, nacionais e internacionais passaram pelo festival, nos dias 12 e 13 de novembro.

Bárbara Liz

- Atualizada em 15/11/2022 às 21h31

Se você acompanhou o mundo da música brasileira nos últimos 10 anos, provavelmente já ouviu falar do MOA, o Metal Open Air. Anunciado como um dos maiores eventos de metal do Brasil, o festival de 2012 acabou se tornando um verdadeiro fiasco: na época, foram prometidas 47 bandas, para um público estimado em 25 mil pessoas, no entanto, somente 14 bandas se apresentaram. Além disso, houve ainda muita reclamação sobre a falta de estrutura do evento: problemas técnicos, sujeira, falta de banheiros, falta de transporte, insegurança e até ausência de locais para comer foram relatados. Isto sem mencionar os problemas com hospedagem e pagamento de cachês.


 

Agora, em 2022, o evento retornou, mas com outro nome, "Maranhão Open Air", enfrentando a negatividade que o termo moa carrega consigo. Dez anos depois e com uma visão mais realista, o festival divulgou 24 bandas em seu line-up, sendo elas locais, nacionais e internacionais, divididas em dois dias de evento - 12 e 13 de novembro -, para um público entre 4 e 5 mil pessoas.


 

O primeiro dia do Maranhão Open Air aconteceu no último sábado, com apresentações de Mayhem, Edu Falaschi, Doyle, Desalmado, Crypta, Cérebro de Galinha, Basttardz, Alchimist e Mutilator. A banda Omen também estava, inicialmente, no line-up, mas não se apresentou.

Programação inicialmente divulgada. Imagem: divulgação.
Programação inicialmente divulgada. Imagem: divulgação.


 

A repórter de assuntos culturais, Bárbara Liz, esteve nos dois dias do evento e fala com mais detalhes sobre como foi o primeiro dia. Acompanhe:

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