Ponto Final

Lula e Cappelli destacam avanço da vacinação no Maranhão

Secretários de Saúde e de Comunicação do Estado foram entrevistados no programa Ponto Final, na Mirante AM
Rádio Mirante AM29/05/2021 às 11h50

Os Secretários de Saúde e de Comunicação do Maranhão, respectivamente Carlos Lula e Ricardo Cappelli, em entrevista neste sábado (29), ao radialista Jorge Aragão, ao Ponto Final, na Mirante AM, celebraram o avanço da vacinação do estado e o início da imunização dos profissionais da comunicação.

Ricardo Cappelli destacou o trabalho dos profissionais da área da comunicação para reforçar a necessidade de imunizar esse público alvo.

"Eu queria defender, falar da importância dos profissionais de comunicação. A guerra contra a covid, contra o coronavírus, não é só uma guerra contra o vírus, ela é uma batalha também pela qualidade da informação que chega na população e a gente infelizmente vive uma era de muita desinformação, de muita fake news, muita gente que muitas vezes não toma a vacina porque recebeu a informação que se tomar a vacina vai virar jacaré. Tem de tudo no Brasil. E nessa batalha para ajudar a comunicar, levar essa informação para a população, os profissionais de comunicação são decisivos. Eu diria que tem dois profissionais que estão na linha de frente dessa batalha para levar informação, são os profissionais da saúde, mas eu também quero registrar o trabalho dos profissionais de comunicação que é imprescindível nesse momento", disse Ricardo Cappelli.

O Secretário de Saúde, Carlos Lula, que esteve reunião para tratar das diretrizes do Plano Nacional de Imunização, afirmou que agora será possível avançar na vacinação, pois os municípios poderão vacinar por faixa etária, caso já tenham vacinado o público alvo prioritário.

"Eu acho que com isso a gente vai acelerar a vacinação. Da última vez que vim aqui eu falava da gente ter um critério mais objetivo, até mais claro para a sociedade. A gente estabeleceu o seguinte. Trouxe professor para cima, porque tem estado que não vacinou ainda professor, logo depois de comorbidade, e junto com professor a gente abre essa possibilidade para os estados vacinar por faixa etária. Porque o que estava acontecendo, é que eu recebia ligação do secretário dizendo assim: - Eu não tenho mais ninguém de 60 no município, acabou comorbidade, e agora o que é que eu faço?. Vai vacinando. Aí ele disse: - Não, mas aí o ministério público vem pra cima de mim, eu vou esperar o ministério abrir outro público, Então olha o problema que a gente gera. O município está lá com vacina estocada e a população precisando vacinar e o gestor com medo. Com essa decisão a gente abre esse leque. O importante agora não é vacina na geladeira, é vacina no braço das pessoas", destacou Carlos Lula.

Ouça a entrevista completa.

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