Entrevista

Portela defende Polícia Civil após críticas do deputado Yglésio

Na manhã desta sexta-feira, (19), o secretário de segurança pública do Maranhão, Jefferson Portela, concedeu entrevista na Rádio Mirante AM.
Rádio Mirante AM19/06/2020 às 12h08

Após uma nota de repúdio ter sido publicada pelo deputado estadual Yglésio Moisés, classificando a prisão de Ayrton Pestana como precipitada e desastrosa, o secretário de segurança pública do Maranhão Jefferson Portela se manifestou contra a nota do deputado. Segundo Portela, a manifestação de Yglésio é absurda, covarde entre outros adjetivos.

"Um absurdo, uma covardia inominada, postura de aproveitador de momento difíceis, indigna de um representante popular, covarde e vil, aproveitando a dor das pessoas, num momento difícil para duas famílias, diante de um problema grave, vem com uma postura dessa, tentando lançar acusações falsas, indignas, de modo geral, contra todo mundo", disse o secretário.

Para o secretário, o deputado Yglésio não teria respeitado a própria condição de pré-candidato a prefeitura de São Luís, e esse comportamento não contribui para a construção de harmonia e paz entre as pessoas.

"Esse cidadão, deputado Yglésio, deveria ter respeito por ele próprio na condição que se coloca de pré-candidato, não se pode ganhar voto com iniquidade, não se pode postular um mandato em cima de inverdades, leviandades, uma postura que não agrega à construção social da paz e harmonia que devemos ter. Todos nós temos um posicionamento, temos uma convicção, acreditamos em coisas que defendemos, mas não podemos defendê-las com mentiras, temos que defendê-las com a verdade", afirmou Portela.

Jefferson Portela disse também que a polícia não desconsiderou possibilidades, e explicou parte da investigação para que a polícia tenha chegado a conclusão que Ayrton Pestana deveria ser preso.

"Em nenhum momento, o sistema de segurança, através da polícia civil, neste caso concreto, desconsiderou possibilidades, no primeiro momento surge um carro com uma placa identificada. Se buscou o proprietário deste carro, depois no intermédio, nas buscas feitas pelos delegados da homicídios fatos aconteceram que motivaram um delegado a representar pela prisão preventiva. Houve erro contra a identidade do autor? Sim. Mas não houve manipulação para atribuir uma maldade contra aquela pessoa, naquele momento apontada ali por circunstâncias tida pelo delegado como autor do fato, não houve malignidade por parte do delegado".

Ouça a entrevista completa.

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