Coronavírus

Retomado atendimento ambulatorial a pacientes com Covid-19 em Imperatriz

Serviço está sendo disponibilizado no Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto e é destinado a pessoas encaminhadas pela UPA Bernardo Sayão.
Divulgação / Secap27/08/2020 às 08h29
Retomado atendimento ambulatorial a pacientes com Covid-19 em ImperatrizHospital Macrorregional de Imperatriz. (Foto: divulgação)

IMPERATRIZ - Foi retomado o atendimento ambulatorial a pacientes diagnosticados com a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, em Imperatriz. O serviço está sendo disponibilizado no Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto e é destinado a pessoas encaminhadas pela UPA Bernardo Sayão, que continua sendo porta de entrada para o atendimento a casos da doença.

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“Nas últimas semanas, a cidade de Imperatriz tem registrado um aumento no número de casos, desta vez com prevalência entre jovens e adultos. Para dar conta desta demanda, resolvemos retomar o suporte ambulatorial, além de ampliar leitos de UTI no hospital. O objetivo é garantir a assistência médica à população em face de um possível aumento na solicitação de atendimento nas unidades de saúde”, disse o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

O atendimento ambulatorial no Hospital Macrorregional de Imperatriz começou a funcionar no mês de maio, para assistência aos pacientes com quadro leve e moderado da doença. O serviço chegou a ser suspenso devido à queda de casos no município, porém, com o novo aumento, a Secretaria de Estado da Saúde retomou o serviço.

O ambulatório atende pacientes encaminhados pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Bernardo Sayão. Àqueles que não possuem transporte próprio, a gestão estadual disponibiliza uma van que faz o translado até o ambulatório.

De acordo com a diretora clínica do Hospital Macrorregional de Imperatriz, Mayara Viana, o serviço ambulatorial é uma forma de fazer o monitoramento dos casos notificados. “Ao chegar no ambulatório do hospital, o paciente é submetido a exames para então receber as orientações sobre o tratamento. O acompanhamento é individualizado e com foco naqueles que farão o tratamento domiciliar, observando o quadro clínico”, explicou.

Uma das pacientes atendidas no ambulatório nesta semana foi a farmacêutica Aline Araújo, de 30 anos. “No fim de semana eu comecei a apresentar sintomas como corpo febril, tosse, cansaço, além de uma dor na garganta que se mantinha há cinco dias. Foi quando eu fui para o Ambulatório do Macrorregional e lá fiz todos os procedimentos”, compartilhou.

Para ter acesso ao atendimento ambulatorial, o paciente deverá seguir um fluxo estabelecido pela SES. Em Imperatriz, a porta de entrada para o primeiro acolhimento dos casos suspeitos é a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Bernardo Sayão, que avalia o caso e conforme a necessidade encaminha o paciente ao ambulatório. Ao chegarem ao local, os pacientes são submetidos a exames de sangue, tomografia, raio-x, medicação, além do agendamento para consulta de retorno com intervalo de 24 a 72 horas. Em caso de algum paciente precisar ser internado, o hospital também dispõe leitos de clínicos e Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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