Violência

Em Imperatriz, 111 pessoas foram assassinadas em 2019

A maioria das mortes, segundo a polícia, está relacionada com o tráfico de drogas.
Angra Nascimento/Imirante Imperatriz03/01/2020 às 11h10
Em 2019, foram registrados dois feminicídios em Imperatriz. / Foto: Divulgação.

IMPERATRIZ - Dados da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa apontam que foram registradas 111 mortes em Imperatriz por arma branca ou tiros, em 2019. Desse total, dois foram feminicídios e sete latrocínios (roubo seguido de morte).

A maioria das mortes, segundo a polícia, está relacionada com o tráfico de drogas. O mês mais violento foi setembro, com 17 casos, sendo que o de maior repercussão foi o do policial militar Wanderson Monteiro, que foi assassinado no interior de uma loja, durante um assalto. No mesmo dia, mais quatro pessoas foram assassinadas.

Wanderson Monteiro dos Santos Silva, foi assassinado dentro de uma loja de celulares, na cidade de Imperatriz. / Foto: Divulgação.

As vítimas de feminicídios foram Carina Silva Sousa, 24 anos, espancada até a morte por um homem que teria conhecido na internet. O crime foi no mês de janeiro, na Vila Davi, e o corpo dela foi jogado despido às margens BR-010.

Carina Silva Sousa era universitária, cursava Administração, e concluiria o curso este ano. / Foto: Divulgação.

A segunda vítima de feminicídio foi a adolescente Delmira Istefany Silva Barroso, 16 anos, morta a facadas pelo ex-companheiro no dia 12 de junho, Dia dos Namorados. O crime foi praticado na casa da avó da vítima, no bairro Bom Jesus.

Crime aconteceu na noite dessa terça (11). / Foto: Reprodução.

Já o mês menos violento, de acordo com os dados da polícia, foi fevereiro com apenas duas mortes violentas. Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, 45% dos crimes já foram esclarecidos.

Apesar do alto índice, o número é menor, se comparado ao número de 2018, que no total, foram 127 mortes violentas. “O ano de 2019 terminou com um número de homicídios bem abaixo do ano anterior. Houve uma redução bastante significativa”, ressalta o delegado responsável pela Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Praxísteles Martins.

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