Arte & Cidadania nas Escolas

Destaque da gestão anterior, projeto será mantido pela administração Assis Ramos

Projeto, ainda, não tem prazo para reiniciar na nova gestão municipal.
João Rodrigues/ Imirante Imperatriz09/01/2017 às 20h08

IMPERATRIZ – Tido como um dos principais projetos da Fundação Cultural na administração do então prefeito Sebastião Madeira, o Arte e Cidadania nas Escolas não só será mantido como vai ser melhorado. Quem garantiu foi o presidente da Fundação Cultural de Imperatriz (FCI), Chiquinho França na Câmara, confirmando o que já havia antecipado ao portal Imirante Imperatriz , logo após o convite para o cargo.

“Um trabalho que será feito, dando continuidade ao trabalho, é o de cidadania nas escolas, um projeto, que vamos dar seguimento por que deu certo na gestão do Lucena, junto com o Zé Tocantins”, revelou Chiquinho que prometeu implementar algumas ideais, mas não adiantou detalhes.

A declaração do gestor da cultura municipal é um alívio para quem estava preocupado com o fim do projeto, como era o caso do próprio Zeca Tocantins e do escritor e pesquisador em história, Adalberto Franklin.

Quase no encerramento das atividades do projeto em 2016, Zeca Tocantins disse ao Imirante Imperatriz que gostaria que o projeto fosse mantido, ou algo parecido com esse projeto fosse desenvolvido, por ter sido muito importante para os estudantes.

Já Adalberto Franklin, também, em entrevista à reportagem disse no fim de novembro do ano passado que acreditava no bom senso da administração para a manutenção do programa em razão de sua grande importância para a cidade e por ter ajudado a melhorar a leitura de estudantes da rede pública de Imperatriz.

Chiquinho França deu a garantia da continuidade do projeto, mas não falou em previsão de lançamento.

O projeto

Criado em 2009 pelo poeta Zeca Tocantins, o Arte & Cidadania nas Escolas consistia em levar toda semana para uma escola previamente definida, uma intensa programação que incluía recital de poesias, música ao vivo, exposição e distribuição de livros de autores locais/regionais, sobretudo integrante da Academia Imperatrizense de Letras (AIL), uma parceira da ação, com direito a palestra com os acadêmicos da entidade.

Também eram realizadas palestras sobre cidadania ministradas por agentes da Vara da Infância e Juventude e, em muitas das vezes, pelo juiz da Vara da Infância e Juventude, Delvan Tavares Oliveira, entre outras atrações. Os temas das palestras eram cidadania e o risco das drogas.

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