Vaquejada

“Acabar a vaquejada seria como acabar a Expoimp”, diz economista

O economista Alberto Sérgio Maia diz que medida deve ser repensada.
João Rodrigues/ Imirante Imperatriz11/10/2016 às 19h08

IMPERATRIZ – O economista Alberto Sérgio Maia disse nesta terça-feira (11), que o fim da vaquejada no país representa prejuízos para a economia e a cultura dos municípios, em especial do Nordeste.

De acordo com Alberto Maia, a vaquejada faz parte do calendário de eventos de várias cidades brasileiras, e até mesmo outros segmentos da sociedade teriam prejuízos com o fim da pratica esportiva.

“A expectativa dessas datas gira em torno de uma grande esperança, não apenas daqueles que têm negócios diretamente, mas sobretudo os municípios que lucram”, avaliou. Ele disse acreditar que essa decisão seja repensada.

“Eu penso que essa atitude, embora a gente tenha que enfrentar, precisa ser repensada, para que pudesse ser avaliada sobre os prejuízos que estão trazendo para cada uma dessas localidades”, disse Alberto Maia, que tem mestrado em Educação e doutorado em Gestão de Empresas.

Maia disse que os prejuízos são tantos que usou como exemplo, a maior festa do setor produtivo de Imperatriz e uma das maiores do Nordeste, a Exposição Agropecuária de Imperatriz, realizada anualmente em julho.

“Anualmente temos a Expoimp, imagine se a Expoimp deixasse de ser realizada? Acabar a vaquejada seria como acabar a Expoimp, porque isso iria mexer com toda a vida econômica e cultural da cidade”, avaliou Maia, que é professor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e já desenvolveu uma pesquisa sobre a vida econômica de municípios do Maranhão.

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