Saúde

Prefeitura justifica filas para atendimento no Três Poderes, em Imperatriz

Vários procedimentos oftalmologia estão disponíveis em Imperatriz.
Imirante Imperatriz, com informações da assessoria05/10/2016 às 15h00

IMPERATRIZ – Todos os meses quando a Secretária Municipal de Saúde libera a marcação das especialidades, uma aglomeração de pessoas se forma no Centro de Especialidades Médicas Três Poderes em busca de procedimentos oftalmológicos. Esse mesmo caso aconteceu nessa terça-feira (4).

No entanto, o prefeito Sebastião Madeira, esclarece que mensalmente são disponibilizadas 900 consultas oftalmológicas consideradas básicas e 100 consultas oftalmológicas de catarata, além das cirurgias para correção de catarata e de pterígio. O gestor explica que “são realizados, ainda, centenas de exames considerados de alto custo como, por exemplo, mapeamento de retina, Acuidade visual, Biomicroscopia, Tonometria, Biometria Microscopia especular, Topografia da córnea e Ultra-som ocular”, acrescenta.

As consultas dessa especialidade são liberadas todo mês de acordo com o contrato vigente que determina um número de consultas e procedimentos a serem realizados mensalmente. Porém, existe uma demanda muito maior que a oferta, porque a secretaria de saúde atende um alto número de pessoas de outras cidades e os recursos que administra são baseados na quantidade de pessoas que residem aqui em imperatriz.

Quanto a logística, as consultas oftalmológicas são marcadas tanto nos Três Poderes quanto nas Unidades Básicas de Saúde reguladoras como Santa Rita, São José, Nova Imperatriz, Cumarú, Conjunto Vitória, Vila Nova, Vila Lobão, Cafeteira e Vilinha; sendo que no centro de Especialidades Médicas Três Poderes da parte de oftalmologia são agendadas apenas consultas e exames para casos cirúrgicos, como os procedimentos para cirurgia de catarata.

Contudo, temos um quantitativo a ser atendido por mês e os profissionais prezam pela qualidade de atendimento, não podendo abrir agenda com um número maior de vagas. As filas da madrugada são justamente por que as pessoas sabem que o quantitativo oferecido se torna pequeno em função do grande número de pessoas de outras cidades.

“Se os pacientes viessem encaminhados do seu município, da forma como deveria, não teríamos as filas que temos hoje. Mas para regular isso há a necessidade da reformulação do plano de pactuação e o cumprimento por parte dos municípios pactuados, bem como um recadastramento do cartão SUS dos moradores de Imperatriz que possui cerca de 247 mil habitantes e mais de 600 mil cartões SUS”, explica o coordenador do Sistema de Regulação do Município, Bruno Costa.

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