DST/AIDS

Projeto realiza blitz no Dia Mundial de Combate à Aids

A blitz tem como objetivo conscientizar a população sobre a prevenção e o tratamento da Aids.
Jefferson Sousa e Letícia Sekitani/ Imirante Imperatriz01/12/2014 às 12h08

IMPERATRIZ - Alunos da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e representantes do projeto DST/Aids fazem blitz nesta segunda-feira (1º), Dia Mundial de Combate à Aids, para conscientizar a população sobre a prevenção e tratamento da doença.

O tema da campanha é “Prevenir, testar e tratar”. A ação ocorre no setor do Entroncamento, na Avenida Getúlio Vargas com a marginal da BR-010, e consiste na distribuição de lixeiras para carro e panfleto informativo.

No dia 24 de novembro, foi iniciada a programação de combate à Aids nos postos de saúde, onde foram realizadas testagens para diagnóstico da doença. As ações continuam até o dia 6 de dezembro.

Nesta segunda-feira está sendo realizada a blitz no entroncamento, nesta terça-feira (2), será feita testagem na CCPJ, nos dias 3 e 4 a testagem será feita em homossexuais. No fim de semana, a ação continua no Projeto Reviver.

A Coordenadora Municipal do programa DST/Aids, Anna Flávia Moura, conta que a Aids teve um momento de estabilidade, mas aumentou o índice de jovens com a doença.

“Na Região Tocantina, são 1.497 casos de Aids, dos quais, 922 são de Imperatriz. São cerca de 10 casos ao mês e o nosso objetivo conscientizar as pessoas em relação as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e aids, facilitar o acesso às testagens de HIV e sífilis e focalizar nas pessoas que vivem com Aids para que elas possam aderir ao tratamento”, expõe a coordenadora.

A Aids

A AIDS é uma doença causada pelo vírus HIV, que ataca as células responsáveis pela defesa do organismo, deixando a pessoa mais vulnerável a doenças oportunistas.

A aids não tem cura, mas tem tratamento. A pessoa pode ter o vírus HIV e não saber, por que os sintomas demoram a aparecer. Mas para isso é preciso tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas.

Quanto mais cedo a pessoa souber que tem o vírus e iniciar seu tratamento melhor será sua qualidade de vida. Por isso, se a pessoa passar por alguma situação de risco (sexo sem preservativo, uso de seringa contaminada, transmissão vertical) recomenda-se fazer o teste anti HIV.

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