Imperatriz

Dia Mundial de Conscientização do Autismo será comemorado em Imperatriz

Este será o terceiro ano que entidades, profissionais de saúde de pais de autistas comemoram essa data em Imperatriz.
Alan Milhomem/ Imirante Imperatriz 27/03/2013 às 10h29

IMPERATRIZ - Com o objetivo de informar e sensibilizar as pessoas sobre os distúrbios e transtornos causados pelo autismo, o Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil (CAPSIJ) juntamente com pais e usuários da rede, realizarão no dia 2 de abril (Dia Internacional de Conscientização sobre o Autismo) um Pit Stop na Praça de Fátima, com distribuição de panfletos e orientações técnicas a respeito do autismo. O evento deve contar, ainda, com contação de histórias, artes circenses e feira de artesanatos produzidos por mães de usuários.

No dia 05 de abril será realizado o III Seminário sobre Autismo, com o tema: “Família diante do autismo: educação e direitos”. A palestra será ministrada pelas profissionais do Centro, a psicóloga Nádia Borges, a psicopedagoga, Joselma Gomes e pela assistente social, Marlene Lima. O evento será no auditório da Secretaria Municipal de Saúde e, na oportunidade, haverá o lançamento da cartilha “Família diante do Autismo” que foi elaborada pelo CAPSIJ com o grupo de pais que participam dos encontros promovidos pelo Centro.

“A cartilha é destinada a todos que conhecem o autismo ou que querem conhecer o transtorno. O material traz conceitos, dúvidas dos pais, processos do diagnóstico, os profissionais envolvidos no tratamento, bem como os direitos assegurados pelo Estado e pelo Município às pessoas portadoras do autismo”, relatou Nádia Borges.

Ainda segundo a psicóloga, a principal dificuldade para o diagnóstico precoce do autismo, ainda, é a falta de informação, tanto sobre o transtorno quanto o diagnóstico e tratamento. Os principal sinal do transtorno é o atraso no desenvolvimento global da pessoa, isso incluem falta de interação social, isolamento, choro sem muitos motivos, atraso na fala e no desenvolvimento motor, tudo isso relacionado a faixa etária da pessoa. Após a identificação desse sinais são realizados alguns encontros, observações e intervenções, para a partir daí começar o tratamento. Nádia Borges alerta para as pessoas ficarem atentas a esses sinais, pois “quando mais cedo o diagnóstico, menor é o risco de agravamento do transtorno e mais cedo é a melhora do desenvolvimento do portador”.

Hoje, o CAPS infantil de Imperatriz conta com 34 famílias cadastradas fazendo tratamento de autismo, sem contar com as famílias que estão em processo de diagnóstico. Há famílias de outras cidades próximas, bem como famílias com mais de um filho portador do transtorno. A equipe é do centro é formada por psiquiatra, psicóloga, terapeuta ocupacional, médico, nutricionista, pedagoga, enfermeira, assistente social, entre outros profissionais. Estes oferecem todo uma acompanhamento da família que tem filhos com autismo, desde o diagnóstico ao tratamento.

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