Olimpíada

COI volta a afirmar que não há necessidade de adiar Tóquio 2020

Nota divulgada pela entidade incentiva atletas a manterem preparação.
Imirante Esporte, com informações da Agência Brasil17/03/2020 às 22h58
COI volta a afirmar que não há necessidade de adiar Tóquio 2020Olimpíada mantém programação mesmo com coronavírus. (Foto: Reprodução)

TÓQUIO (JAPÃO) - O Comitê Olímpico Internacional (COI) publicou nota oficial reafirmando que mantém a programação dos Jogos Olímpicos de Tóquio, previstos para começar no dia 24 de julho. A decisão da entidade veio a público na manhã desta terça-feira (17), logo depois da Uefa e da Conmebol adiarem as edições deste ano da Eurocopa e Copa América, respectivamente, como forma de combater o avanço da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Ambos os eventos aconteceriam de 12 de junho a 12 de julho.

A nota oficial do COI, presidido pelo alemão Thomas Bach, afirma: "a mais de quatro meses dos Jogos, não há necessidade de decisões drásticas nessa fase, e qualquer especulação neste momento seria contraproducente”. A entidade reiterou ainda sua confiança nas providências de saúde pública já adotas para conter a expansão da pandemia. "O COI acredita que as muitas medidas tomadas por autoridades em todo o mundo ajudarão a conter a situação do virus Covid-19".

No comunicado, o COI revelou que se reuniu na manhã de hoje (17) com várias federações internacionais para tratar de possíveis mudanças nos critérios de classificação adotados em algumas modalidades. Nos últimos dias, competições qualificatórias para Tóquio 2020 - programadas para as próximas semanas - foram canceladas por conta da propagação do Covid-19 pelo mundo, aumentando o clima de incertezas entre os atletas. No Brasil, os espaços para treinamento de alto rendimento já anunciaram fechamento, como os clubes Pinheiros (SP), Minas Tênis Clube (MG) e Flamengo (RJ). No Rio de Janeiro, o Comitê Olimpico Brasileiro (COB) mantém as atividades do CT Time Brasil.

De acordo com o COI,do total de vagas olímpicas, 43% delas ainda não foram preenchidas. Entre as possibilidades de flexibilização dos critérios de classificação dos atletas, seria o posicionamento no ranking mundial e resultados de competições já realizadas. A entidade afirma "incentivar todos os atletas a continuarem se preparando para os Jogos Olímpicos da melhor forma que puderem".

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