Skate

De olho em Tóquio, skatista maranhense Rayssa Leal treina durante a quarentena

A "Fadinha do Skate" realiza atividades leves em uma pista caseira na casa da avó.
Gustavo Arruda / Imirante Esporte03/06/2020 às 00h12
De olho em Tóquio, skatista maranhense Rayssa Leal treina durante a quarentena Rayssa Leal treina em pista na cidade de Davinópolis. (Reprodução)

DAVINÓPOLIS - Mesmo com as competições paralisadas por causa da pandemia do coronavírus (Covid-19) em todo o mundo, a skatista maranhense Rayssa Leal, de 12 anos, continua se preparando para confirmar a vaga nos Jogos Olímpicos, marcados para 2021, em Tóquio (Japão). Vice-campeã mundial, Rayssa está treinando em uma pequena pista na chácara da avó, em Davinópolis, cidade que fica ao lado de Imperatriz, onde a "Fadinha do Skate" reside com os pais e o irmão.

"Meus pais, há uns dias, fizeram uma mini ramp para mim, para eu não ficar tanto tempo parada, sem andar de skate, porque isso tava me fazendo bastante mal. Eles tiveram essa ideia e estavam fazendo, enquanto eu estudava. Terminamos e já estou treinando de novo", afirmou Rayssa, em entrevista ao GloboEsporte.com.

Haroldo, pai de Rayssa, destacou o retorno da skatista aos treinamentos, mas ressaltou que todos estão tomando os devidos cuidados para que a atleta não se machuque, já que a ida a um hospital em meio à pandemia da Covid-19 é sempre preocupante. "Eu e a mãe dela estamos tomando todos os cuidados, inclusive para ela não fazer manobras radicais e nem tentar manobras novas. Ela fica sempre sob nossa supervisão. A família está sempre junta e se cuidando", disse Haroldo.

Apesar da pouca idade, Rayssa Leal é uma das principais candidatas ao pódio do skate street nas Olimpíadas. Dona da segunda posição no ranking mundial de street feminino, atrás apenas de Pâmela Rosa, Rayssa está bem perto de confirmar a vaga na disputa em Tóquio. Até hoje, apenas dois atletas maranhenses conquistaram medalhas olímpicas: Tânia Maranhão foi duas vezes medalhista de prata no futebol feminino, em 2004 e 2008, e José Carlos Moreira, o Codó, levou a medalha de bronze no revezamento 4x100 metros rasos em 2008.

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