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Gabriel assegura estar em boa forma e evita comparações com Ralf

Dono da camisa 5, Gabriel logo teve de ouvir sobre comparações com o jogador que levou esse número.
Gazeta Esportiva14/01/2017 às 09h00

SÃO PAULO - O volante Gabriel chegou ao Corinthians com o status de melhor contratação do ano, mas viu recair sobre si uma fama de pouco confiável fisicamente. Lesionado por cerca de 11 meses nos últimos dois anos como jogador do Palmeiras devido ao rompimento do ligamento cruzado do joelho direito e a uma grave lesão muscular na coxa direita, ele assegura estar em plenas condições para ajudar o novo clube.

“Estou muito bem. Tive uma lesão no joelho e outra na coxa. Foram duas em dois anos. Muita gente fala que sofri muitas lesões, mas foram só essas duas. E isso já faz parte do passado”, defendeu-se o jogador, confiando na estrutura do Corinthians para não ter problemas desse tipo durante os seus quatro anos de contrato com o Alvinegro.

“Temos bons profissionais aqui, que já cuidaram de mim e vão me recuperar. Ou melhor, recuperar, não, porque já estou recuperado, treinando com o grupo, totalmente adaptado”, continuou o jogador, que chega para ser a primeira opção de volante na equipe, logo à frente da defesa.

Confirmado no grupo que viaja neste domingo para a disputa da Copa Flórida, nos Estados Unidos, Gabriel acredita que a possibilidade de fazer uma pré-temporada com o restante do elenco será essencial para ficar bem fisicamente. Ainda em recuperação do problema no joelho, no ano passado, ele só conseguiu treinar normalmente no final de janeiro e já iniciou o ano com partidas oficiais.

“Vou explorar bem a pré-temporada porque não tive isso no ano passado, o que me atrapalhou bastante. Agora, vou começar tudo do zero, feliz e empolgado. Jogo em uma posição em que preciso estar bem fisicamente para me destacar”, avaliou.

Dono da camisa 5, Gabriel logo teve de ouvir sobre comparações com o jogador que levou esse número às suas costas por seis temporadas: Ralf, bicampeão paulista, bicampeão brasileiro, vencedor da Libertadores da América, da Recopa e do Mundial de Clubes pelo Timão. Currículo que mereceu muito respeito do contratado, apesar de evitar comparações.

“O Ralf foi um jogador da posição muito respeitado, por tudo o que construiu no Corinthians e em toda a sua carreira. A gente o respeita bastante, sabe da qualidade. Mas o Ralf é o Ralf e eu sou o Gabriel”, concluiu o novo corintiano.

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